Para além do que vivo sem esperar,
como esse agora que transpassa-se por horas sem guardar esperanças,
eu te revelo que eu agradeço o fraco poder de minha memória.
uma ilimitação esquiva de tempo, de possessão,
é uma miragem por entre uma virtude que guarda como uma surpresa
a sua ternura de deixar doce um relance que seja
E me dá um de repente, pra aguentar os ponteiros curvando o abismo,
rachando a terra por amargura...
vai e atinge o peito com o que inflama,
mas não demora não pra me dizer que o silêncio é a minha saudade mais pura.
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
sábado, 27 de março de 2010
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