''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
quarta-feira, 20 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Eis do cinza, o compasso para os passos de colorir o dia...
Que do céu, o cinza não se absorva
por pura limitação dos olhos
E que se viva as cores de dentro pra fora
do mundo de flores salutares da própria alma.
domingo, 26 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
Um caminho sem volta
entre pés voltados à seguir...
São as densas nuvens a própria confusa coragem
que ministra o equilíbrio da umidade e da finura solar,
em paisagem a fim de reunir o que é saber e a infinita
tentativa de prosseguir por nos definir...
E o que vai atenuando, é o que é gravidade também,
como o eco de um grito que agora é silêncio
as lembranças como sabedoria pro próprio engano
e mais tarde, viva surpresa...
Confusa tempestade de tudo que se transforma
como uma explosão do céu transformando ideias em diamantes
Da angústia o arrebatar de uma chuva e a mente prosperando essa viagem,
que da estrada nem começou, mas dos pés já deixou conhecer a plena vontade.
entre pés voltados à seguir...
São as densas nuvens a própria confusa coragem
que ministra o equilíbrio da umidade e da finura solar,
em paisagem a fim de reunir o que é saber e a infinita
tentativa de prosseguir por nos definir...
docemente sem fim.
E o que vai atenuando, é o que é gravidade também,
como o eco de um grito que agora é silêncio
as lembranças como sabedoria pro próprio engano
e mais tarde, viva surpresa...
Confusa tempestade de tudo que se transforma
como uma explosão do céu transformando ideias em diamantes
Da angústia o arrebatar de uma chuva e a mente prosperando essa viagem,
que da estrada nem começou, mas dos pés já deixou conhecer a plena vontade.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Você que colhe com os olhos, sentirá brotar em si.
Correspondências pelo ar
como flores no asfalto
O impossível revelando cores novas,
que no outono diziam até que se evitava...
Agora o céu que se abre claro,
vive como quem abre os braços
para os que olham o mundo
com a ternura do que é raro
E se acolhe simples,
reunido dos mínimos detalhes
os átimos mais magníficos
da própria essência
e constante transformação da realidade.
como flores no asfalto
O impossível revelando cores novas,
que no outono diziam até que se evitava...
Agora o céu que se abre claro,
vive como quem abre os braços
para os que olham o mundo
com a ternura do que é raro
E se acolhe simples,
reunido dos mínimos detalhes
os átimos mais magníficos
da própria essência
e constante transformação da realidade.
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