O mundo como páginas imensas
e efêmeras de seus próprios instantes
Como visualizações que se guardam como
fotografias pelas lembranças
Aonde sempre que se repousa um pensamento
é viver mais que o tempo, de novo
Recuperar o suspirar de encontrar caminhos além de sonhos
vibrando o real nesse perceber antigo,
de absover sentidos e princípios e mesmo que passagem,
o aprendizado puro e inesquecível
Da página que se move em curioso estalo
dos olhos e do pequeno universo ali contido,
o infinito nos faz próprios espelhos
E recortando cada sentir, cada metade de mim
vou espacejando no tempo tudo o que quiseste também...
Ampliando sentidos,
contornando pessoas mais que suas primeiras ou últimas vozes
e embalando como um silêncio ou uma melodia
que o vento ou o nublado se espreitando,
cataliza essências.
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
quinta-feira, 16 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
...um gosto doce, que das nuvens em cores
tão puras do tom leve em fino rubro, meio de crepúsculo,
dizem a vontade das próprias línguas.,....
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Viajantes de uma estrada lenta
sem neblina nem expectativa suficiente
A que se faça entender como de repente se acredita tanto
só embriagado de estrelas...
Ou de tristeza,
como esse brilho frio que não se entende
Mas vai escrustando imenso o mundo,
e vai mostrando o pequeno pra infinitude
De tudo o que é belo mesmo distante,
porque flui uma camada adentro
- que não se repete embora se suponha.
E todos os nomes se fazem quase como crime,
todo coração é cor duvidosa,
todas as unhas são armas perigosas
assim que tocam os olhos e sentem os olhos úmidos
Das possibilidades tantas, que essas águas nos contornam
como felizes ou insuportáveis de tudo -
mas ainda vivos, dizem.
Embora toda história permaneça-nos juntos,
é do nada que se constrói a vontade de conter o medo
e viver o silêncio que te comprova em mundo.
sem neblina nem expectativa suficiente
A que se faça entender como de repente se acredita tanto
só embriagado de estrelas...
Ou de tristeza,
como esse brilho frio que não se entende
Mas vai escrustando imenso o mundo,
e vai mostrando o pequeno pra infinitude
De tudo o que é belo mesmo distante,
porque flui uma camada adentro
- que não se repete embora se suponha.
E todos os nomes se fazem quase como crime,
todo coração é cor duvidosa,
todas as unhas são armas perigosas
assim que tocam os olhos e sentem os olhos úmidos
Das possibilidades tantas, que essas águas nos contornam
como felizes ou insuportáveis de tudo -
mas ainda vivos, dizem.
Embora toda história permaneça-nos juntos,
é do nada que se constrói a vontade de conter o medo
e viver o silêncio que te comprova em mundo.
porque eu te amo.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Dos pequenos e inúmeros ramos de brotos e caminhos.
O jantar do meu dia se soube em noite
quando não cabia em mim
E nem na saciedade da fome
ou na chama entre velas
A luz nascia quieta vislumbrando mais,...
a minha sombra era o que se personificava repleta,
embora só.
Pois há uma personificação além do ausente
em que repete no carinho de um elaborar
o que é contente - em sentir,
e fazer frutificar.
Multiplicando pratos
e aumentando o reflexo na taça
- dos olhos contemplados desde perto,
vinho, pele e luz
Que são o translúcido de se repetir em silêncio
e infinidade, do que se adora
e vira um tênue apreciar...
quando não cabia em mim
E nem na saciedade da fome
ou na chama entre velas
A luz nascia quieta vislumbrando mais,...
a minha sombra era o que se personificava repleta,
embora só.
Pois há uma personificação além do ausente
em que repete no carinho de um elaborar
o que é contente - em sentir,
e fazer frutificar.
Multiplicando pratos
e aumentando o reflexo na taça
- dos olhos contemplados desde perto,
vinho, pele e luz
Que são o translúcido de se repetir em silêncio
e infinidade, do que se adora
e vira um tênue apreciar...
(Ou Quando vira o teu nome, o prato mais doce.)
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