...e uma doce contagem regressiva vai usando os poros como contadores;
quantos arrepios que dizem mais que apontam!
colorem o tempo de mil cores vivas,
escapes perfeitos pro corpo que faz das tessituras d'alma
um verdadeiro caleidoscópio que quase diz, que gosto tem uma funda luz.
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
quinta-feira, 14 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Que sejam do doce presságio, o reduto!
Borboletinhas no estômago brincam com minha ansiedade assim,
como se não houvessem dias e apenas o apontamento do encanto...!
como se não houvessem dias e apenas o apontamento do encanto...!
domingo, 10 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Saudades,
que tu me mates,
mas que essas lágrimas todas que levas faça do orvalho da manhã,
dos sorrisos de luz de aurora, dos gestos vento sereno...
um delírio nato de todos os outros dias em demais formatos
Deste coração alado em todos os suspiros que puderam ser proferidos,
e de tudo que me fez eu, se recolha em plena vida,
- que nada esgote e tudo germine, assim como quando tu que matas,
recria.
mas que essas lágrimas todas que levas faça do orvalho da manhã,
dos sorrisos de luz de aurora, dos gestos vento sereno...
um delírio nato de todos os outros dias em demais formatos
Deste coração alado em todos os suspiros que puderam ser proferidos,
e de tudo que me fez eu, se recolha em plena vida,
- que nada esgote e tudo germine, assim como quando tu que matas,
recria.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
A covardia de um sonho bom.
A luz não precisava piscar pra dizer que ali havia vida além da ilusão de olhos.
E foi fácil te seguir, como um farol.
A imensidão se espalha em cor opaca, a impressão é como chumbo;
impressiona e pelo peso, oferece o tesouro de dentro...
e sei que não tem por menos.
Não alcança medidas, mas ultrapassa tudo que não parece humano.
enxerga medo, pulsa o coração mais do que já visto, pelos olhos que são acostumados em ter um mundo leviano pra não encontrar mais perigo... mas é sobressalente, como uma pele pode ser transparente e como as veias podem ser cruéis. Como és covarde em presentear um tempo que não se passa em relógio, que não se frutifica além de dentro pra fora e todas as minhas veias já são vias e ramificam o mundo num simples toque de olhos.
Fechados ou abertos,
confundindo a atmosfera com o infinito.
Uma correlação tão íntegra que não sei até onde foi,
mas é porque tudo é.
Incrível...
E foi fácil te seguir, como um farol.
A imensidão se espalha em cor opaca, a impressão é como chumbo;
impressiona e pelo peso, oferece o tesouro de dentro...
e sei que não tem por menos.
Não alcança medidas, mas ultrapassa tudo que não parece humano.
enxerga medo, pulsa o coração mais do que já visto, pelos olhos que são acostumados em ter um mundo leviano pra não encontrar mais perigo... mas é sobressalente, como uma pele pode ser transparente e como as veias podem ser cruéis. Como és covarde em presentear um tempo que não se passa em relógio, que não se frutifica além de dentro pra fora e todas as minhas veias já são vias e ramificam o mundo num simples toque de olhos.
Fechados ou abertos,
confundindo a atmosfera com o infinito.
Uma correlação tão íntegra que não sei até onde foi,
mas é porque tudo é.
Incrível...
quarta-feira, 30 de março de 2011
A intensidade que vive até em breve...
Assinar:
Postagens (Atom)