''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
segunda-feira, 28 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
piece.
uma onda cálida,
e os pensamentos viram massa morta
e te sentir é um confuso em epiderme,
o tempo em raízes no ar, o medo em uma grandeza
que flui num fruto antigo, é um pulso com todo, consentimento vivo.
num de repente,
glorifica o anseio dos olhos por deslumbrar o simples
como só conforta em que o sentir é essa via aérea,
esse respirar sem promessa de memória,
mas todas as possibilidades vivas em recordar-se em mais que massa,
entre camadas...
e os pensamentos viram massa morta
e te sentir é um confuso em epiderme,
o tempo em raízes no ar, o medo em uma grandeza
que flui num fruto antigo, é um pulso com todo, consentimento vivo.
num de repente,
glorifica o anseio dos olhos por deslumbrar o simples
como só conforta em que o sentir é essa via aérea,
esse respirar sem promessa de memória,
mas todas as possibilidades vivas em recordar-se em mais que massa,
entre camadas...
e todas as partes são um grande pedaço.
segunda-feira, 14 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Uma música e uma valsa de ponto final.
As palavras não bailam tudo o que diz
a imaginação de uma história
As linhas são maiores do que os braços,
mas nunca mais intensos
E o majestoso há de fechar os olhos e não depender mais
de que esse sentir seja real
É o poder do infinito multiplicando o projetável
num atravessar de mundos, se encobrindo no mesmo lugar.
Photo by Pascal Renaux
♪ Crown of love ♪ Arcade Fire ♪
a imaginação de uma história
As linhas são maiores do que os braços,
mas nunca mais intensos
E o majestoso há de fechar os olhos e não depender mais
de que esse sentir seja real
É o poder do infinito multiplicando o projetável
num atravessar de mundos, se encobrindo no mesmo lugar.
Photo by Pascal Renaux"(...) e assim, depois da morte - ainda intensos
- seremos um fantasminha claro de amor.''
(Lygia F. Telles)
- seremos um fantasminha claro de amor.''
(Lygia F. Telles)
♪ Crown of love ♪ Arcade Fire ♪
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Uma voz em coro de tudo.
Cada milímetro de ti é um amor tão grande,
que não há palavra que ouse transformar
em medo o teu (não) descrever.
Por isso o coração palpita a vontade na boca,
seca a garganta e comove os olhos afim
de imaginar, até em tom qualquer
tudo a que realize,
uma vida tão curta
e uma idiossincrasia tanta.
Tu que dividiste,
desses os membros em pequenos gestos;
e de tudo além, o vento aprendeu a contar.
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