''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''

quarta-feira, 9 de março de 2011

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Uma música e uma valsa de ponto final.

As palavras não bailam tudo o que diz
a imaginação de uma história
As linhas são maiores do que os braços,
mas nunca mais intensos

E o majestoso há de fechar os olhos e não depender mais
de que esse sentir seja real
É o poder do infinito multiplicando o projetável
num atravessar de mundos, se encobrindo no mesmo lugar.

Photo by Pascal Renaux
"(...) e assim, depois da morte - ainda intensos
- seremos um fantasminha claro de amor.''
(Lygia F. Telles)

Crown of love ♪ Arcade Fire ♪

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Uma voz em coro de tudo.

Cada milímetro de ti é um amor tão grande,
que não há palavra que ouse transformar
em medo o teu (não) descrever.

Por isso o coração palpita a vontade na boca,
seca a garganta e comove os olhos afim
de imaginar, até em tom qualquer

tudo a que realize,

uma vida tão curta
e uma idiossincrasia tanta.

Tu que dividiste,
desses os membros em pequenos gestos;
e de tudo além, o vento aprendeu a contar.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

domingo, 13 de fevereiro de 2011

O ciclo (tão incerto) da prosperidade.

O dia tão pleno de luz
deixa a sombra sutil ser
de tampouco, um imenso poro do infinito

E o mágico de sentir tão fundo
é um medo desse medo tão submisso
de ser rendido a tudo tão inexplicavelmente sentido

Que se volta pros mesmos termos que provoca
tanta felicidade quanto dor,
e como o dia que não discerne sua intensidade,
vive inato sua capacidade

De nos relatar assim,
ledos enganos
em histórias fundas
de realidades nunca esquecidas.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Letras pálidas em brasa forte.

Força leve de um peso sobrehumano
revela neste corpo que há
um amor maior que a ferida
de um coração, aberta!

Porque a porta da imensidão é mais funda
que o próprio coração,
e os poros, de amor e ternura,
por mais que palavras ditas
sabem o que é a eternidade

E da calidez de um instante-fundo-aberto,
reluz o fundo do poro, do mundo
e de tudo...,
que se comove até num chamado,
um papel amargo, o céu cinza,
mas olhos intensos,

justo vivos.