um muito de pouco
com a tomada do tudo de um tanto
não justifica tão simples
que é você ali sem estar aqui
e a irradiação toda sem um raio
que ilumine perímetro que o
(a)parta da verdadeira luz;
aí as palavras não dizem,
imprimem
o que o vento respalda:
'parachutes have opened now.'
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
sábado, 28 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
não há coincidência, há o dia.
Twenty Years
(Placebo)
(Placebo)
There are twenty years to go
And twenty ways to know
Who'll wear, who'll wear the hat
There are twenty years to go,
The best of all I hope
Enjoy the ride,
The medicine show
And thems the breaks for we designer fakes
We need to concentrate on more then meets the eye
There are twenty years to go,
The faithful and the low
The best of starts, the broken heart, the stone
There are twenty years to go,
The punch drunk and the blow
The worst of starts, the mercy part, the phone
And thems the breaks for we designer fakes
We need to concentrate on more then meets the eye
And thems the breaks for we designer fakes
But it's you I take, cause you're the truth, not I
There are twenty years to go
A golden age I know
But all will pass, will end to fast, you know
There are twenty years to go,
And many friends I hope
Though some may hold the rose some hold the rope
And that's the end and that's the start of it
That's the whole and that's the part of it
That's the high and that's the heart of it
That's the long and that's the short of it
That's the best and that's the test in it
That's the doubt, the doubt,
The trust in it
That's the sight and that's the sound of it
That's the gift and that's the trick in it
You're the truth, not I you're the truth, not I
You're the truth, not I you're the truth, not I
You're the truth, not I you're the truth, not I
You're the truth, not I you're the truth, not I.
Há vinte anos por vir
E vinte maneiras de saber
quem usará, quem usará o chapéu.
Há vinte anos por vir
O melhor de todos, eu espero.
Aprecie a viagem,
O show da medicina.
E então a queda, para nós, falsificados.
Nós precisamos nos concentrar em mais do que os olhos veem.
Há vinte anos por vir,
O fiel e o baixo.
O melhor dos começos, o coração partido, a pedra.
Há vinte anos por vir,
O ponche bebido e o sopro.
O pior dos começos, a parte da piedade, o telefone.
E então a queda, para nós, falsificados.
Nós precisamos nos concentrar em mais do que os olhos veem.
E então a queda, para nós, falsificados.
Mas é você que eu levo, porque você é a verdade, não eu.
Há vinte anos por vir
Uma idade preciosa, eu sei.
Mas tudo passará, terminará rápido demais, você sabe.
Há vinte anos por vir
E muitos amigos eu espero.
Embora alguns possam segurar a rosa e alguns a corda.
E isso é o fim e isso é o começo.
Isso é o todo e isso é a parte.
Isso é o ápice e isso é o coração.
Isso é o longo e Isso é o breve.
Isso é o melhor e isso é o teste.
Essa é a dúvida, a dúvida,
A confiança nisso.
Essa é a vista e esse é o som.
Esse é o dom e esse é o truque.
Você é a verdade, não eu
Você é a verdade, não eu
Você é a verdade, não eu
Você é a verdade, não eu.
E vinte maneiras de saber
quem usará, quem usará o chapéu.
Há vinte anos por vir
O melhor de todos, eu espero.
Aprecie a viagem,
O show da medicina.
E então a queda, para nós, falsificados.
Nós precisamos nos concentrar em mais do que os olhos veem.
Há vinte anos por vir,
O fiel e o baixo.
O melhor dos começos, o coração partido, a pedra.
Há vinte anos por vir,
O ponche bebido e o sopro.
O pior dos começos, a parte da piedade, o telefone.
E então a queda, para nós, falsificados.
Nós precisamos nos concentrar em mais do que os olhos veem.
E então a queda, para nós, falsificados.
Mas é você que eu levo, porque você é a verdade, não eu.
Há vinte anos por vir
Uma idade preciosa, eu sei.
Mas tudo passará, terminará rápido demais, você sabe.
Há vinte anos por vir
E muitos amigos eu espero.
Embora alguns possam segurar a rosa e alguns a corda.
E isso é o fim e isso é o começo.
Isso é o todo e isso é a parte.
Isso é o ápice e isso é o coração.
Isso é o longo e Isso é o breve.
Isso é o melhor e isso é o teste.
Essa é a dúvida, a dúvida,
A confiança nisso.
Essa é a vista e esse é o som.
Esse é o dom e esse é o truque.
Você é a verdade, não eu
Você é a verdade, não eu
Você é a verdade, não eu
Você é a verdade, não eu.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
o quê diz uma neblina?
um ponto cego enaltecendo a grandeza de um abismo.
como
um elogio acidental inebriando o mundo
em
uma janela mais frágil que vidro.
como
um elogio acidental inebriando o mundo
em
uma janela mais frágil que vidro.
um todo desfragmentando o surrealismo de viver pedaços plenos.
quero-queros.
domingo, 22 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
canção do dia mudo, estranho
eu olho contra o vidro,
uma imagem que não há,
eu olho contra o espelho,
uma imagem que não diz,
eu olho contra a espera,
um vão que não se representa,
eu olho pra a esperança,
e ela é vaga de imagem,
toda de espera, um espelho
que reflete de fato o vidro em um interior
que exaspera tudo o que há,
visto em você.
uma imagem que não há,
eu olho contra o espelho,
uma imagem que não diz,
eu olho contra a espera,
um vão que não se representa,
eu olho pra a esperança,
e ela é vaga de imagem,
toda de espera, um espelho
que reflete de fato o vidro em um interior
que exaspera tudo o que há,
visto em você.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
agulha e linha
uma turva linha curta
vai abrindo um novo dia pra um céu escuro,
uma mente confusa,
uma dor antiga.
e meus sintomas de ser não negam o quanto resistem as provas doídas de todas as minhas verdades;
um fundo se confunde com abismo
e meus olhos imprecisos se desvanecem com um medo estranho,
o quanto o tempo comanda a suficiência de que transformo,
gerando de tudo que não se remoe, se vive;
as ferramentas vivas ali, diante do meu pulsar fraco,
pensando, como a própria vida pode se desvanecer em traços e luzes fracas
de meus gestos inaptos por aqui.
aonde fica a margem?
vai abrindo um novo dia pra um céu escuro,
uma mente confusa,
uma dor antiga.
e meus sintomas de ser não negam o quanto resistem as provas doídas de todas as minhas verdades;
um fundo se confunde com abismo
e meus olhos imprecisos se desvanecem com um medo estranho,
o quanto o tempo comanda a suficiência de que transformo,
gerando de tudo que não se remoe, se vive;
as ferramentas vivas ali, diante do meu pulsar fraco,
pensando, como a própria vida pode se desvanecer em traços e luzes fracas
de meus gestos inaptos por aqui.
aonde fica a margem?
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