''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
segunda-feira, 31 de maio de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
À qualquer distância
sentia o teu cheiro amadeirado
soando teu tom grave, contemplado.
E meus olhos só podiam pensar
em como queriam cristalizar
esse claro, esse claro
e não o gelado tom
a que longe (dis)corriam.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
o fim da tarde e os minutos meados do seu caminho para o fim...
eu olho e sinto o profundo abrindo o mundo no seu centro,
o coração como virtude do mundo pelo mesmo fraco que é intensidade pura
- ali, atingidos com os dedos que tocam mas não dão posse.
que produzem como aqui, as vias das fendas do abismo, alto, alto perto da perdição do paraíso
fontes do absurdismo no que tão imenso nos engole sem dó, e nos faz mais vivos adentro, sem
nome, sem corpo, sendo dali, das nuvens, dos olhos; que são essa fonte plena de mundo.
brincando com o medo que as palavras condicionam
do que vive em represa; água forte, densa nuvem e tempo, tempo pra todos os gritos desse
abafar que o mundo impressiona.

sexta-feira, 21 de maio de 2010
nuvens esticadas, de pouco chuvosas) e coração afogando pelo que vai ardendo...
-
lá fora, pela janela, o nada
(pra aqui dentro ser vazio)
o preenchimento nulo
e as palavras vagando na luz.
uma esperança ineficaz se dizendo
se dizendo porque esse tempo não pode parar.
a flor fica refletindo na janela
eu fico tentando procurar o que não atendo
eu espero sem esperança
e vejo o tempo passar e o vazio aumentar
mais folha,
mais palavra
e tudo,
tudo que espalha a declaração
vindo muda na coragem,
fácil na canção despreocupada,
justo na dor do corpo modificado;
mas de toda forma, quem não sabe?
é fato.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
a esperança do sonho é a vida.
que o corpo refletido em sonho não comporta por medida.
E viver é assim, o insone do tempo,
a cria do imenso e tão mais
que só o sentir responde além.
Nasci desse meu instante e parti o todo
- se esvaindo nos cílios assoprando o vento frio,
na nova estação, velha por muda e sinestésica,
instantes devorando o mundo e eternizando (ainda) cada vez mais.
terça-feira, 18 de maio de 2010
vou acreditar
de um pleno que não urge, mundo, do teu semblante sem o medo do infinito,
sem o segredo da esfinge porque é o mais profundo que eu senti o gosto na boca.
http://riot-act.blogspot.com/2010/05/olhei-para-o-lado-sentir-o-corpo-dessa.html
essa lágrima doce é um ácido que estratificará todas as paisagens
pelo acordo do que escrevo em pleno coração.
''That's The Way (My Love Is)
They say that life ain't easy
They'll say your life's a crime
Destroy up all good reason
How I'm alive
They'll say that nothing matters
Not even your will to survive
Of course I love you baby
'Cause I'm alive
Yes, I'm alive
Whenever I call you out
Whenever I draw you round
Whenever is here and now
That's the way my love is
That's the way I care
You should count on me baby
I'm always there for you
Yeah, I'm always there for you
They'll say you'll lose your nerve soon
To claim identity
Disgrace our sacred promise
With no belief
Oh, how I believe in you
That's the way my love is for you
That's the way my love is for you
I feel a coming age now
I feel a dawn in me
A certain sun keeps rising
On my belief in you
That's the way my love is
That's the way I care
You should count on me baby
'Cause I'm always there for you
That's the way my love is
That's the way I care
You should count on me baby
'Cause I'm always there for you
Yeah, I’m always there for you.''