nessa tua infinitude que
parece mesmice,
____________ muda,
_________________ vai!
Meus olhos descobertos de teu
manto resistente ao tempo
É impreciso mártir que cai
na sensação posta de frio;
ressecando as vias de um
pacto vivo na força que
não condena,
vai espacejando o medo e
o coração se parte.
E como partes, no corpo
vai palpitando rastros -
já não demora pra desenhar
entre a sombra tua,
funda luz;
_______ e é caminho,
_________________ vem!
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
O tempo perdido da rosa tão importante, que assim fez. e vai preservando...
As flores nascem de um cheiro que preescrevo do ar que desejo,
como aroma em inflorescência: uma pétala entalada.
Ao descrever que supõe o que não vive,
aguarda a certeza do tempo firme,
do gesto certo,
da pose indecorada,
de entrega em ''eu te amo'', sem acovardar o suspiro,
sem chamar uma palavra rude após o chamado de dentro
como aroma em inflorescência: uma pétala entalada.
Ao descrever que supõe o que não vive,
aguarda a certeza do tempo firme,
do gesto certo,
da pose indecorada,
de entrega em ''eu te amo'', sem acovardar o suspiro,
sem chamar uma palavra rude após o chamado de dentro
soando fora em perigo. (como:eu te amo, merda!)
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Atingido o que havia por Deslizar
''...Os livros na estante já não tem mais
tanta importância
Do muito que eu li,
do pouco que eu sei,
nada me resta.
A não ser
a vontade de te encontrar
O motivo eu já nem sei
Nem que seja só para estar
ao seu lado,
só pra ler
no seu rosto
Uma mensagem de amor...''
tanta importância
Do muito que eu li,
do pouco que eu sei,
nada me resta.
A não ser
a vontade de te encontrar
O motivo eu já nem sei
Nem que seja só para estar
ao seu lado,
só pra ler
no seu rosto
Uma mensagem de amor...''
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Uma agoniada tristeza vai abrindo lentamente
um véu entre a transparência das gotas entre os cabelos lavados
Vai deixando um rastro, para o novo dia ter começo desde ali, num processo
- e a novidade que cai na rotina, de novo dói os olhos de saudade sem alento.
Deslizando o tempo nesse frêmito sem movimento,
eu vivo tão sozinha desse fluxo sem música que receba
a essência da vida; e repete-se o erro...
e o meu medo.
um véu entre a transparência das gotas entre os cabelos lavados
Vai deixando um rastro, para o novo dia ter começo desde ali, num processo
- e a novidade que cai na rotina, de novo dói os olhos de saudade sem alento.
Deslizando o tempo nesse frêmito sem movimento,
eu vivo tão sozinha desse fluxo sem música que receba
a essência da vida; e repete-se o erro...
e o meu medo.
que é mesmo de morrer longe de ti....
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
só chega perto e me responde que não é impossível, que a força é justo de nós!
E como dói olhar o cinza e não ver uma nuance que explique
a cor da tua pele na minha lembrança
e o vazio da presença nas minhas saudades repletas
Desaguando o tempo que já não interessa (rápido ou) lento,
desde que vá assim, ineficaz.
'' e tua ausência fazendo silêncio em todo lugar''
me grita uma confusa sensação de imensidão no impossível
porque dói o forte que lateja.
Mas as razões não são páreas em sentidos pares
quando se vê um caminho sozinho.
Meu amor,
um oceano dessa chuva não é uma gota do teu infinito
- em palavra, em bocejo, em comum respaldo do dia;
e nos meus olhos vai descendo tão pendente que descarta
a chance que esse raio de sol é presságio de luz.
Como dói viver esse vezemquando sem você,
porque o pra sempre preserva
o que nada explica.
...e dói.
a cor da tua pele na minha lembrança
e o vazio da presença nas minhas saudades repletas
Desaguando o tempo que já não interessa (rápido ou) lento,
desde que vá assim, ineficaz.
'' e tua ausência fazendo silêncio em todo lugar''
me grita uma confusa sensação de imensidão no impossível
porque dói o forte que lateja.
Mas as razões não são páreas em sentidos pares
quando se vê um caminho sozinho.
Meu amor,
um oceano dessa chuva não é uma gota do teu infinito
- em palavra, em bocejo, em comum respaldo do dia;
e nos meus olhos vai descendo tão pendente que descarta
a chance que esse raio de sol é presságio de luz.
Como dói viver esse vezemquando sem você,
porque o pra sempre preserva
o que nada explica.
...e dói.
(me ajuda ) forte choro
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Mon amour,
O cheiro da tua manhã recaindo sob meus ombros é um encantamento que não prende-me na densidade das cinzas nuvens ou confirma a agonia de uma existência efêmera e imprevisível.
É uma inspiração clara que reflete o sentido do sonho na realidade - a que se vive pra escalar os olhos e dizer sem interferir no brilho, assim - uma simples troca nossa, é meu sucessivamente.
tu me donnes la chance dans la vie...
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