Uma página que se vira é um vínculo que nunca se apaga
Toca fundo e rememora o essencial absoluto em sua memória e ardores
- a cabeça lancina a falta qie projeta marcha
latente ao coração.
E não demora não,
pra dizer forte o desejo;
um abraço, um beijo, a
força das mãos, nos meus
pulsos, ali, pra sempre.
Se marca, agora.
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
domingo, 30 de agosto de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
Enrustidas peles
O tédio aborrece a constância e provoca o desespero. Ele senta so minha cama e me cutuca vez ou outa, e pesadelos já se espalham, reais de minha fraqueza (já tão forte).
A insistência fraqueja no fogo da temperatura alta, a imensidão se acalenta nos peqienos cuidados e arrebenta meu peito de todos seus escudos, sou brinde de uma flor, perdida no ar - só respiro.
E falho. Na própria existência é corrente espera e sorriso faminto. Contas não agregam conjuntos e meu vazio ecoa falta, e une saudades.
Eu canto para não perder-me em surtos de vãescandalização, guardo minhas pedras e espero luz para cantá-las em melhor tom, como pérolas.
A insistência fraqueja no fogo da temperatura alta, a imensidão se acalenta nos peqienos cuidados e arrebenta meu peito de todos seus escudos, sou brinde de uma flor, perdida no ar - só respiro.
E falho. Na própria existência é corrente espera e sorriso faminto. Contas não agregam conjuntos e meu vazio ecoa falta, e une saudades.
Eu canto para não perder-me em surtos de vãescandalização, guardo minhas pedras e espero luz para cantá-las em melhor tom, como pérolas.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Os batimentos amolestados pelo calor soletram o cansaço que nada permite no espaço além de imensa dor de cabeça.
Um entanto, faz a brisa confortar e dispôr o cansaço em mais caminhada, e calça planos e alça (a)braços regados com emoção que sorri e sustenta uma data especial que não se apaga na corriqueira amargura.
Cai, no travesseiro, mas não apaga impressões.
Um entanto, faz a brisa confortar e dispôr o cansaço em mais caminhada, e calça planos e alça (a)braços regados com emoção que sorri e sustenta uma data especial que não se apaga na corriqueira amargura.
Cai, no travesseiro, mas não apaga impressões.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Vitória-régia
A dor que dói lateja o quente que toca e amacia e urge o que queima e não esgota, porque abrasa. E o fim não é evidente e nem tão covarde; um consentimento cego que fecha os olhos pra sentir - não me responde, mas me foca deslocada e ensaia meus gestos em risos e milagres pequenos, nada santos pra humanidade fraca demais das suas verdades.
A minha revolta retorce o estômago e estranha o corpo, afoba minha respiração, impacienta o útero até de suas flores, desleixa.
Ah mundo injusto, me põe no eixo seja dos desgraçados, porque não há mais apuro que aguente, essa paciência que estranha se alimenta no justo instante em que se esgota e diz que não aguenta mais. E diz. !
A raiz no ar
que eu inspiro
por respirar.
A minha revolta retorce o estômago e estranha o corpo, afoba minha respiração, impacienta o útero até de suas flores, desleixa.
Ah mundo injusto, me põe no eixo seja dos desgraçados, porque não há mais apuro que aguente, essa paciência que estranha se alimenta no justo instante em que se esgota e diz que não aguenta mais. E diz. !
A raiz no ar
que eu inspiro
por respirar.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Lis(es)
O calor umedece as pálpebras pra vivificar o acorde; o toque de levantar no pensamento de um dia a mais. E os lápis aprontam a arte do dia, pão-nosso valendo a boca com palavras já ditas no silêncio de uma espera certa demais pra que eu tenha certeza de que é só ela que me leva a acreditar.
A vida não é tão-somente tempo. As flores no seu lugar sabem tão bem quanto eu,
o que não sabem, mas sentimos.
Um instante-já pra abrir o horizonte dilatando pupilas e dando um leito aos olhos emocionados e vívidos.
Vívidos pra ver que a vida é tudo mesmo que não se confunde num desperdício,
e não é uma reprise. Não pode ser quando não se quer mais medo.
Quando a entrega é a fonte mais funda e inesgotável, que põe-se fundo a cantar os pensamentos no ar que respiro, e fala incessante, incessante o que eu não posso no agora limitar a compreender.(..)
http://riot-act.blogspot.com/2009/08/vozes-do-gramofone.html
A vida não é tão-somente tempo. As flores no seu lugar sabem tão bem quanto eu,
o que não sabem, mas sentimos.
Um instante-já pra abrir o horizonte dilatando pupilas e dando um leito aos olhos emocionados e vívidos.
Vívidos pra ver que a vida é tudo mesmo que não se confunde num desperdício,
e não é uma reprise. Não pode ser quando não se quer mais medo.
Quando a entrega é a fonte mais funda e inesgotável, que põe-se fundo a cantar os pensamentos no ar que respiro, e fala incessante, incessante o que eu não posso no agora limitar a compreender.(..)
http://riot-act.blogspot.com/2009/08/vozes-do-gramofone.html
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
b-day.
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