E meus pulsos ainda estão machucados,
vivendo pra serem fortes.
assim tentando
assim suspirando
E contemplando a pulsação de olhos fechados;
o negrume sob marcas inesquecíveis.
reign over me
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
domingo, 16 de agosto de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Órgão Expeditor
E a boca formada das próprias vísceras
Por dentro, fome e saliva
Complementando calmo e irredutível
o indizível do nosso infinito.
(E como eu queria - e segurei
nos meus cílios os sons de teus violinos
E aquilo, pra todo meu
pra todo
meu
pra sempre)
http://personificando.blogspot.com/2009/08/do-fundo-da-boca.html
Por dentro, fome e saliva
Complementando calmo e irredutível
o indizível do nosso infinito.
(E como eu queria - e segurei
nos meus cílios os sons de teus violinos
E aquilo, pra todo meu
pra todo
meu
pra sempre)
http://personificando.blogspot.com/2009/08/do-fundo-da-boca.html
terça-feira, 11 de agosto de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
não choro tudo, entristeço completa
essa manhã está tão difícil, meu amor...
é estrondoso o quanto ainda no bonito, eu sinto a sua falta.
acolher os raios da manhã nos pêlos do meu corpo, irradiando a luz de dentro sem a propriedade verdadeira que me faça forte e firme, exprime, o quanto a tua falta é cruel e doentia. Doente com os espelhos do mundo que faz ver a dificuldade do resto e a solidão do essencial, que está no fundo, submerso no imenso, e exige uma coragem simples de quem é, e eu espero que em ti floresça novamente.
Desabrochar é difícil agora, o tempo surgindo nas flores entre os galhos mudos que elevam nos seus movimentos os cantos dos pássaros, a natureza viva e bela a marcar o ciclo que já foi toda nossa história nesse manto condicional de vida nascendo, entre o sol e o nosso ninho fortificado em braços nus e nossos.
meu amor, meu pranto é uma verdade difícil mas é leve, porque ela explode e deixa as fibras expostas, as linhas novas prontas a reescrever, a necessidade de retomar porque não é obrigação pra viver, mas é o gosto pra refazer os sentidos todos - eu estou tao perdida.
Eu tenho experimentado que sabes, tantas fontes e tão fundas pra mim mas... mas...
eu vou a fundo em mais uma marca e o tempo não vai tirar, mas também nao vai mudar
essa manhã até o próximo minuto e as horas e ao crepúsculo, essa dor explodindo de novo nas cores bonitas do que mais amo...
do que mais amo.
é estrondoso o quanto ainda no bonito, eu sinto a sua falta.
acolher os raios da manhã nos pêlos do meu corpo, irradiando a luz de dentro sem a propriedade verdadeira que me faça forte e firme, exprime, o quanto a tua falta é cruel e doentia. Doente com os espelhos do mundo que faz ver a dificuldade do resto e a solidão do essencial, que está no fundo, submerso no imenso, e exige uma coragem simples de quem é, e eu espero que em ti floresça novamente.
Desabrochar é difícil agora, o tempo surgindo nas flores entre os galhos mudos que elevam nos seus movimentos os cantos dos pássaros, a natureza viva e bela a marcar o ciclo que já foi toda nossa história nesse manto condicional de vida nascendo, entre o sol e o nosso ninho fortificado em braços nus e nossos.
meu amor, meu pranto é uma verdade difícil mas é leve, porque ela explode e deixa as fibras expostas, as linhas novas prontas a reescrever, a necessidade de retomar porque não é obrigação pra viver, mas é o gosto pra refazer os sentidos todos - eu estou tao perdida.
Eu tenho experimentado que sabes, tantas fontes e tão fundas pra mim mas... mas...
eu vou a fundo em mais uma marca e o tempo não vai tirar, mas também nao vai mudar
essa manhã até o próximo minuto e as horas e ao crepúsculo, essa dor explodindo de novo nas cores bonitas do que mais amo...
do que mais amo.
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