''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
sábado, 11 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
à doer...
ao cansaço que desde o começo parece não ter fim.
a chuva ajuda a disfarçar a lágrima
tã(o)mbém(...) é grave.
a chuva ajuda a disfarçar a lágrima
tã(o)mbém(...) é grave.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
''...por você não há o que eu não faça...''
Hoje encontrei a árvore que inspirou algumas das minhas mais lindas metáforas,
decepada.
Poderia ter sido um corte na minha garganta*, também,
mas meu cachecol me protegeu.
Na volta, minhas mãos o apertaram,
entre os dedos nós que não aplacam linhas claras,
mas me aquecem preenchendo
a falta de um enlaçamento que (de algum modo)
permanece como chama para brasa alta queimar
a tristeza aqui de dentro
e deixar
sentir apenas frio, para entender calor, também.
É sempre a busca pelo mais simples.
No crepúsculo uma ausência
dessa vida correndo na chuva,
inundando os olhos
e as horas caindo,
...
eis-me, aqui.
*lembra da última vez que estávamos no escuro daquela sombra?
uma hipérbole eufemista, para nossa tentação,
consumida,
toda e literalmente.
decepada.
Poderia ter sido um corte na minha garganta*, também,
mas meu cachecol me protegeu.
Na volta, minhas mãos o apertaram,
entre os dedos nós que não aplacam linhas claras,
mas me aquecem preenchendo
a falta de um enlaçamento que (de algum modo)
permanece como chama para brasa alta queimar
a tristeza aqui de dentro
e deixar
sentir apenas frio, para entender calor, também.
É sempre a busca pelo mais simples.
No crepúsculo uma ausência
dessa vida correndo na chuva,
inundando os olhos
e as horas caindo,
...
eis-me, aqui.
*lembra da última vez que estávamos no escuro daquela sombra?
uma hipérbole eufemista, para nossa tentação,
consumida,
toda e literalmente.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Alive
Estou vendo o poente mais lindo que de mim sempre é.
Sim, sempre poente lindo.
E sempre eu.
Agora tão-somente eu
e essa vontade de caminhar muito além do cansaço
e numa praça sentar e permanecer conversando
falando desse tempo, dessa vida
engrandecendo as palavras para a realidade;
superando tudo o que possa ser dito.
Num abraço, antecipando.
Agradecendo tudo.
E pondo a verdade que não há nada que se diga que seja tão digno
quanto o entender que não se explica, de um coração felicitado.
Um conforto na linha dos teus braços,
minha vontade mais forte.
Eu disse, sempre. te amo
E ainda é.
Eu estou viva.
Sim, sempre poente lindo.
E sempre eu.
Agora tão-somente eu
e essa vontade de caminhar muito além do cansaço
e numa praça sentar e permanecer conversando
falando desse tempo, dessa vida
engrandecendo as palavras para a realidade;
superando tudo o que possa ser dito.
Num abraço, antecipando.
Agradecendo tudo.
E pondo a verdade que não há nada que se diga que seja tão digno
quanto o entender que não se explica, de um coração felicitado.
Um conforto na linha dos teus braços,
minha vontade mais forte.
Eu disse, sempre. te amo
E ainda é.
Eu estou viva.
terça-feira, 7 de julho de 2009
segunda-feira, 6 de julho de 2009
é pra ti que eu falo todos os dias...
Ah, como tu faz falta na minha vida.
E como a vida falta sem você.
Essa garoa fina me faz chorar sem perceber
e encontrei pessoas, e estavam tão tristes...
será o mal do mundo essa ânsia, essa falta?
para todo mal, há cura. e eu sei que estás em algum lugar me ouvindo,
sim, me ouvindo; dizem que o que é do coração não passa desapercebido
Tão menos quando aqui é pulsação visível, contorna meus cabelos, os pulsos,
os cadarços... um descom/passo.
Em qualquer momento o vento há de te tocar imenso, como tudo isso.
Ouvi um comentário que me soou engraçado, sorri.
Contei pra mim mesma
e ri de novo,
como se fosse você, porque sei que você,
só você, riria comigo.
É bonito.
O vermelho hoje é bonito,
porque é o que resta aqui de dentro, junto contigo.
Meus inseparáveis.
TPeO aRmRoA!
e minha cabeça dói.
E como a vida falta sem você.
Essa garoa fina me faz chorar sem perceber
e encontrei pessoas, e estavam tão tristes...
será o mal do mundo essa ânsia, essa falta?
para todo mal, há cura. e eu sei que estás em algum lugar me ouvindo,
sim, me ouvindo; dizem que o que é do coração não passa desapercebido
Tão menos quando aqui é pulsação visível, contorna meus cabelos, os pulsos,
os cadarços... um descom/passo.
Em qualquer momento o vento há de te tocar imenso, como tudo isso.
Ouvi um comentário que me soou engraçado, sorri.
Contei pra mim mesma
e ri de novo,
como se fosse você, porque sei que você,
só você, riria comigo.
É bonito.
O vermelho hoje é bonito,
porque é o que resta aqui de dentro, junto contigo.
Meus inseparáveis.
TPeO aRmRoA!
e minha cabeça dói.
domingo, 5 de julho de 2009
Abatimento
Do corpo,
da alma,
dos maus sentimentos nas horas que acompanham felicidades instantâneas,
mas eternas por bons amigos - e eu agradeço
Só não entendo porque assim que escurece e a noite fica fria volta a solidão
a abater também a ousadia de pensar que mudaria assim, tão facilmente.
E porque eu sonhei que você voltaria?
Tá doendo muito.
E és ainda todo, meu amor.
da alma,
dos maus sentimentos nas horas que acompanham felicidades instantâneas,
mas eternas por bons amigos - e eu agradeço
Só não entendo porque assim que escurece e a noite fica fria volta a solidão
a abater também a ousadia de pensar que mudaria assim, tão facilmente.
E porque eu sonhei que você voltaria?
Tá doendo muito.
E és ainda todo, meu amor.
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