O vento invade o espaço como quem condena o vazio.
Não havia de ser fato, mas as horas precisas passando, se temiam, de dentro.
A boca cheia, mas engasgada do nó da garganta.
Um incômodo como grãos de areia debaixo dos pés, humildes já que vindouros de desertos tão grandes...
A consciência da ciência de nossas falhas e medo grandioso Pela fraqueza que também é virtude quando mostrada pelo potencial em si de também preencher-se de força
Da umidade que vive os olhos ensaiando uma melancolia Questionando o torrencial que corre por fora...
As janelas indicam o que os olhos procuram por fora Porque adentro já mora
E são partes e são metades e são pontos portos muros
repletos de vontade mesmo que o sereno tenha ficado mudo assim que o orvalho apareceu
E minha lufada teve medo do assovio que desvaneceu assim que se viu triste
Que do céu, o cinza não se absorva por pura limitação dos olhos E que se viva as cores de dentro pra fora do mundo de flores salutares da própria alma.
domingo, 26 de junho de 2011
'Há um pássaro azul no meu coração que quer sair mas eu digo, fica escondido, queres arruinar-me? queres foder o meu trabalho?'