De um traço a linhagem do caótico
e todos seus frutos injustificáveis,
até que fossem pulsantes palavras...
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Do pulso a origem que tatua caligrafia.
domingo, 8 de maio de 2011
O que o sol em absorção de luz responde.
A insistência que uma elevação que me comove os olhos
como um pedido que urge de dentro
Uma ausência que persevera que por muito ainda existe
e é fonte de sua própria calma, diz-se.
Mas diz-se muda e o coração que é solitário
só pode atender com a harmonia dos próprios batimentos
Quem me dera que a música lá fora desse eco em todos esses anseios...!
Uma mudança de tom e o dia já ferve
suas expectativas, já me abre os defeitos
D'uma entrega tão plena em dias tão lindos
mas (sempre) tão delicados...
Leva esse fio à longe e tece tudo que me mantêm
Seja num sopro de serenidade, ou nesse lamento que próprio fim tem
quando lembra que se disse pelo pleno mais bonito e intocável.
como um pedido que urge de dentro
Uma ausência que persevera que por muito ainda existe
e é fonte de sua própria calma, diz-se.
Mas diz-se muda e o coração que é solitário
só pode atender com a harmonia dos próprios batimentos
Quem me dera que a música lá fora desse eco em todos esses anseios...!
Uma mudança de tom e o dia já ferve
suas expectativas, já me abre os defeitos
D'uma entrega tão plena em dias tão lindos
mas (sempre) tão delicados...
Leva esse fio à longe e tece tudo que me mantêm
Seja num sopro de serenidade, ou nesse lamento que próprio fim tem
quando lembra que se disse pelo pleno mais bonito e intocável.
♪ Sleepless Nights ♪ Eddie Vedder ♪
terça-feira, 26 de abril de 2011
De uma incontável brevidade.
Como te sentir como um peso sem tempo - uma sensação densa e dona de toda a pele, e profundidade, órgãos, pulsar, vitalidade. De um infinito harmonizado com o consentimento de estar mudo - e se entregar mais do que reduzir a palavra: sentir ela e se fazer pleno. O intrínseco tatuado com os suspiros que lapidam o interior dos pulmões. A pálpebra que calcula em cor o tempo dos teus pensamentos. O timbre nos fios de cabelo; a imaginação correndo como um desejo antigo, e mais nobre do que o próprio tempo pode imaginar.
Um despertar que não morre em pleno sereno, e desperta o mundo numa metáfora, como se abrir os poros fosse modo de dizer. Ranger o assoalho da casa e deduzir o vento de um cenário. Dispender do tempo que faz tempo que se sabe não voltar tanto à aqui, mas sabe o que é permanecer.
E já não tem medo de assumir, depois que se respira a distância entre frágeis (a)braços. A ausência é uma certeza que inclina o mundo que vai mudar tudo num dia só. Num crepúsculo doce, de lembranças de tanto mais; como fina inspiração de pele mais iluminada com o lustre do horizonte rabiscado em seus próprios olhos.
E todos os espelhos se tornam sagrados quando os contornos são de dentro pra fora, e cada momento e luz e fagulha de pessoas e poesia; como em você que faz, numa lágrima que antevê, e o que se diz - até num mudo triz.
Um despertar que não morre em pleno sereno, e desperta o mundo numa metáfora, como se abrir os poros fosse modo de dizer. Ranger o assoalho da casa e deduzir o vento de um cenário. Dispender do tempo que faz tempo que se sabe não voltar tanto à aqui, mas sabe o que é permanecer.
E já não tem medo de assumir, depois que se respira a distância entre frágeis (a)braços. A ausência é uma certeza que inclina o mundo que vai mudar tudo num dia só. Num crepúsculo doce, de lembranças de tanto mais; como fina inspiração de pele mais iluminada com o lustre do horizonte rabiscado em seus próprios olhos.
E todos os espelhos se tornam sagrados quando os contornos são de dentro pra fora, e cada momento e luz e fagulha de pessoas e poesia; como em você que faz, numa lágrima que antevê, e o que se diz - até num mudo triz.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Os cavalos selvagens que hora se foram,
sempre retornam. Vivendo o cheiro do fruto,
como terra em fim de tempestade; um inevitável.
E com o cavalgar tão intenso,
que o coração não é por menos...
De tempo há medo, e tanta intensidade
que não sabe quantos anos ou apelos resolvem
- de nada que interfere, pois o constante é o vivo e à tudo renegera.
sempre retornam. Vivendo o cheiro do fruto,
como terra em fim de tempestade; um inevitável.
E com o cavalgar tão intenso,
que o coração não é por menos...
De tempo há medo, e tanta intensidade
que não sabe quantos anos ou apelos resolvem
- de nada que interfere, pois o constante é o vivo e à tudo renegera.
domingo, 17 de abril de 2011
pensar ao fundo rubro.
O coração palpita de um tempo
que não condena medidas
Ele é um parâmetro lento
que adocica o que é denso
e dá ternura ao que é pesado
É a virtude de uma espera
é senti-lo e pensar do brando
à sua pureza em complementar
até o que é dolorido, como dom
supremo de captar um mundo inteiro
numa só frequência
E mesmo num nome distante
te pensar como essência e transformar...
Um pronome em controle vivo do que transparece
por pontes tímidas e verdades infinitas,
e um suspiro perseverante.
que não condena medidas
Ele é um parâmetro lento
que adocica o que é denso
e dá ternura ao que é pesado
É a virtude de uma espera
é senti-lo e pensar do brando
à sua pureza em complementar
até o que é dolorido, como dom
supremo de captar um mundo inteiro
numa só frequência
E mesmo num nome distante
te pensar como essência e transformar...
Um pronome em controle vivo do que transparece
por pontes tímidas e verdades infinitas,
e um suspiro perseverante.
00:50h
15/01/2011
15/01/2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
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