Os cavalos selvagens que hora se foram,
sempre retornam. Vivendo o cheiro do fruto,
como terra em fim de tempestade; um inevitável.
E com o cavalgar tão intenso,
que o coração não é por menos...
De tempo há medo, e tanta intensidade
que não sabe quantos anos ou apelos resolvem
- de nada que interfere, pois o constante é o vivo e à tudo renegera.
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
terça-feira, 19 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
pensar ao fundo rubro.
O coração palpita de um tempo
que não condena medidas
Ele é um parâmetro lento
que adocica o que é denso
e dá ternura ao que é pesado
É a virtude de uma espera
é senti-lo e pensar do brando
à sua pureza em complementar
até o que é dolorido, como dom
supremo de captar um mundo inteiro
numa só frequência
E mesmo num nome distante
te pensar como essência e transformar...
Um pronome em controle vivo do que transparece
por pontes tímidas e verdades infinitas,
e um suspiro perseverante.
que não condena medidas
Ele é um parâmetro lento
que adocica o que é denso
e dá ternura ao que é pesado
É a virtude de uma espera
é senti-lo e pensar do brando
à sua pureza em complementar
até o que é dolorido, como dom
supremo de captar um mundo inteiro
numa só frequência
E mesmo num nome distante
te pensar como essência e transformar...
Um pronome em controle vivo do que transparece
por pontes tímidas e verdades infinitas,
e um suspiro perseverante.
00:50h
15/01/2011
15/01/2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Que sejam do doce presságio, o reduto!
Borboletinhas no estômago brincam com minha ansiedade assim,
como se não houvessem dias e apenas o apontamento do encanto...!
como se não houvessem dias e apenas o apontamento do encanto...!
domingo, 10 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Saudades,
que tu me mates,
mas que essas lágrimas todas que levas faça do orvalho da manhã,
dos sorrisos de luz de aurora, dos gestos vento sereno...
um delírio nato de todos os outros dias em demais formatos
Deste coração alado em todos os suspiros que puderam ser proferidos,
e de tudo que me fez eu, se recolha em plena vida,
- que nada esgote e tudo germine, assim como quando tu que matas,
recria.
mas que essas lágrimas todas que levas faça do orvalho da manhã,
dos sorrisos de luz de aurora, dos gestos vento sereno...
um delírio nato de todos os outros dias em demais formatos
Deste coração alado em todos os suspiros que puderam ser proferidos,
e de tudo que me fez eu, se recolha em plena vida,
- que nada esgote e tudo germine, assim como quando tu que matas,
recria.
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