que tu me mates,
mas que essas lágrimas todas que levas faça do orvalho da manhã,
dos sorrisos de luz de aurora, dos gestos vento sereno...
um delírio nato de todos os outros dias em demais formatos
Deste coração alado em todos os suspiros que puderam ser proferidos,
e de tudo que me fez eu, se recolha em plena vida,
- que nada esgote e tudo germine, assim como quando tu que matas,
recria.
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
quinta-feira, 7 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
A covardia de um sonho bom.
A luz não precisava piscar pra dizer que ali havia vida além da ilusão de olhos.
E foi fácil te seguir, como um farol.
A imensidão se espalha em cor opaca, a impressão é como chumbo;
impressiona e pelo peso, oferece o tesouro de dentro...
e sei que não tem por menos.
Não alcança medidas, mas ultrapassa tudo que não parece humano.
enxerga medo, pulsa o coração mais do que já visto, pelos olhos que são acostumados em ter um mundo leviano pra não encontrar mais perigo... mas é sobressalente, como uma pele pode ser transparente e como as veias podem ser cruéis. Como és covarde em presentear um tempo que não se passa em relógio, que não se frutifica além de dentro pra fora e todas as minhas veias já são vias e ramificam o mundo num simples toque de olhos.
Fechados ou abertos,
confundindo a atmosfera com o infinito.
Uma correlação tão íntegra que não sei até onde foi,
mas é porque tudo é.
Incrível...
E foi fácil te seguir, como um farol.
A imensidão se espalha em cor opaca, a impressão é como chumbo;
impressiona e pelo peso, oferece o tesouro de dentro...
e sei que não tem por menos.
Não alcança medidas, mas ultrapassa tudo que não parece humano.
enxerga medo, pulsa o coração mais do que já visto, pelos olhos que são acostumados em ter um mundo leviano pra não encontrar mais perigo... mas é sobressalente, como uma pele pode ser transparente e como as veias podem ser cruéis. Como és covarde em presentear um tempo que não se passa em relógio, que não se frutifica além de dentro pra fora e todas as minhas veias já são vias e ramificam o mundo num simples toque de olhos.
Fechados ou abertos,
confundindo a atmosfera com o infinito.
Uma correlação tão íntegra que não sei até onde foi,
mas é porque tudo é.
Incrível...
quarta-feira, 30 de março de 2011
A intensidade que vive até em breve...
terça-feira, 29 de março de 2011
De súbito, subitamente.
Um sinal que é de um todo,
globalizando meus poros num instante
Um instante faminto que não é tempo
mas é de súbito, esse repleto
A sensação que não se descreve
mas faz todas as palavras vivas
porque se surpreende daonde verte a vida
- embora sempre presente, revela-se uma oferenda imensa
Pra preencher de súbito uma folha em branco
guardada pra um tempo que não seria esse
sem medir o céu nublado perante olhos tão sensíveis
e tudo girando numa música que não parecesse...
O coração tão antigo de tudo que vibra,
e mais que sente,
recria a ponte pra tudo que remete,
consecutivamente...
e sempre.
globalizando meus poros num instante
Um instante faminto que não é tempo
mas é de súbito, esse repleto
A sensação que não se descreve
mas faz todas as palavras vivas
porque se surpreende daonde verte a vida
- embora sempre presente, revela-se uma oferenda imensa
Pra preencher de súbito uma folha em branco
guardada pra um tempo que não seria esse
sem medir o céu nublado perante olhos tão sensíveis
e tudo girando numa música que não parecesse...
O coração tão antigo de tudo que vibra,
e mais que sente,
recria a ponte pra tudo que remete,
consecutivamente...
e sempre.
segunda-feira, 28 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
piece.
uma onda cálida,
e os pensamentos viram massa morta
e te sentir é um confuso em epiderme,
o tempo em raízes no ar, o medo em uma grandeza
que flui num fruto antigo, é um pulso com todo, consentimento vivo.
num de repente,
glorifica o anseio dos olhos por deslumbrar o simples
como só conforta em que o sentir é essa via aérea,
esse respirar sem promessa de memória,
mas todas as possibilidades vivas em recordar-se em mais que massa,
entre camadas...
e os pensamentos viram massa morta
e te sentir é um confuso em epiderme,
o tempo em raízes no ar, o medo em uma grandeza
que flui num fruto antigo, é um pulso com todo, consentimento vivo.
num de repente,
glorifica o anseio dos olhos por deslumbrar o simples
como só conforta em que o sentir é essa via aérea,
esse respirar sem promessa de memória,
mas todas as possibilidades vivas em recordar-se em mais que massa,
entre camadas...
e todas as partes são um grande pedaço.
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