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''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
O ciclo (tão incerto) da prosperidade.
deixa a sombra sutil ser
de tampouco, um imenso poro do infinito
E o mágico de sentir tão fundo
é um medo desse medo tão submisso
de ser rendido a tudo tão inexplicavelmente sentido
Que se volta pros mesmos termos que provoca
tanta felicidade quanto dor,
e como o dia que não discerne sua intensidade,
vive inato sua capacidade
De nos relatar assim,
ledos enganos
em histórias fundas
de realidades nunca esquecidas.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Letras pálidas em brasa forte.
revela neste corpo que há
um amor maior que a ferida
de um coração, aberta!
Porque a porta da imensidão é mais funda
que o próprio coração,
e os poros, de amor e ternura,
por mais que palavras ditas
sabem o que é a eternidade
E da calidez de um instante-fundo-aberto,
reluz o fundo do poro, do mundo
e de tudo...,
que se comove até num chamado,
um papel amargo, o céu cinza,
mas olhos intensos,
justo vivos.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
comovocêmedói vezemquando...
como uma camêra lenta abrindo escondida e muito fundo,
de repente, o peito
Uma descoberta inconclusa, de uma surpresa que
o tempo não condensou em frutos
Recortando momentos árduos,
desde um instante que globaliza os olhos em infinito,
pra um dia entre momentos retraídos em ardume do céu,
secura da boca
E os dedos que circundam o que não está,
desenhando uma bolha de guardar numa moldura efêmera
os traços bons; do que não se apaga, mas ficou líquida versão
evaporando num verão mais
Mais um pouco sem,
outro tanto se revela além
E tudo completa desde a cor das unhas
aos olhos ardidos de um coração em saudades
domingo, 30 de janeiro de 2011
A força branda de um puro selvagem.
Um toque da manhã em luz derradeira
abrindo fendas no chão, de puros caminhos
São entre vértebras cruas de um inspirar insvisível
respirado num passo além de pés, vivo de tudo
Um gota quase vazia,
translúcida de tudo que existe
torna o efêmero um real compartilho
que revela o essencial em um simples único
Deixa um limiar além do que se conhece,
abrindo teias entre laços enrodilhados
Compartilhando a cor sublime de um fluxo
encostado nas ondas de águas calmas
repletas do que nos imuniza e conduz
em viva pele
Como vincos ao longo do corpo
de mapas de intensas flores de emoções brutas
Vistas aos olhos, mas condensadas de um fruto
Que a aurora brinda na luz, em gota, teias e caminhos
em coro do tempo, que mesmo pareça um impresso fim
não denota como eco de um mundo,
o que inspira e eterniza o seu gosto,
desse puro fundo.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Ensaio de uma felicidade lenta.
é ajustar a paisagem com o inconcluso sentir de tudo
- que é vital e lento.
Aparece como quem repara o que germina, já consumindo
E no intocável manusear do que
entre consequência resplandece,
brota uma luz nesses olhos nus
E então, por fim o que me recobre
no horizonte cru
Vide do imenso sentir
- muito mais pleno que os próprios olhos
Em que é de imensas saudades
que esses embalos de
dias azuis, têm por vir.
AH, EU TE AMO!