''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ensaio de uma felicidade lenta.

O intenso do meu empalidecer de olhos
é ajustar a paisagem com o inconcluso sentir de tudo
- que é vital e lento.

Aparece como quem repara o que germina, já consumindo
E no intocável manusear do que
entre consequência resplandece,
brota uma luz nesses olhos nus

E então, por fim o que me recobre
no horizonte cru
Vide do imenso sentir
- muito mais pleno que os próprios olhos

Em que é de imensas saudades
que esses embalos de
dias azuis, têm por vir.
(que ainda tenta.)
AH, EU TE AMO!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

sábado, 22 de janeiro de 2011

A fina película de uma cegante luz.

O largo que abre o peito discretamente
é uma fenda que escurece com o céu:

de repente é tão forte, que vibra o medo,
abre o imprevisível, e de indizível profundo
é um belo chamado de um entorno do efêmermo marco
de viver o intenso infinito como compreender um fechar de olhos.

domingo, 16 de janeiro de 2011

aspas ironicamente reais.

'quando se é bom, o discurso tem de ser melhor que o efeito. porque depois vais esperar mais da beleza já que, afinal, é das surpresas uma sucessão pra não se sentir mais fraco, e sem total necessidade de ir pra frente - mas uma coisa: o tripé de uma flor, é um efêmero efeito de uma fuga bonita, mas com direto e terroso fim.'

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Hoje eu a...

olhar a ferida a dentro e sentir da sua superfície a marca de uma entrega, em que mesmo a cor da gota sangrada, sob a terra ter mudado de tom, é estreito formato de amostra viva; e mesmo seco, mesmo grossamente vivo, é pelo que eu, estava lá.

domingo, 2 de janeiro de 2011