O largo que abre o peito discretamente
é uma fenda que escurece com o céu:
de repente é tão forte, que vibra o medo,
abre o imprevisível, e de indizível profundo
é um belo chamado de um entorno do efêmermo marco
de viver o intenso infinito como compreender um fechar de olhos.
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
sábado, 22 de janeiro de 2011
A fina película de uma cegante luz.
domingo, 16 de janeiro de 2011
aspas ironicamente reais.
'quando se é bom, o discurso tem de ser melhor que o efeito. porque depois vais esperar mais da beleza já que, afinal, é das surpresas uma sucessão pra não se sentir mais fraco, e sem total necessidade de ir pra frente - mas uma coisa: o tripé de uma flor, é um efêmero efeito de uma fuga bonita, mas com direto e terroso fim.'
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Hoje eu a...
olhar a ferida a dentro e sentir da sua superfície a marca de uma entrega, em que mesmo a cor da gota sangrada, sob a terra ter mudado de tom, é estreito formato de amostra viva; e mesmo seco, mesmo grossamente vivo, é pelo que eu, estava lá.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
A luz que quase cega.
Uma ferida independente de tempo
consome o dia
em que os ponteiros definam qual é o caminho
E um passo vira uma lágrima,
efêmera, perdida
Aonde desentende-se o suspiro que carregam os horizontes,
se os olhos estão esperando frutos da terra escura
E como tudo o que diz,
nada do que se espera é escolha referida
E mais uma vez o que o céu posta, o corpo responde
e pra tudo que cala também, um mundo e uma luz refletem
que não se desaparece o que sente...
clemência como um nome, -peço uma estrela, então.
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