''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Cansa-te os olhos e abre o peito.
Que medo que o teu medo
seja espelho do meu avesso
Uma euforia instantânea e a efêmera consciência da realidade
se transfundindo no mesmo instante de vidro
e uma ilusão simples
Entre imagens e as vontades impedidas
pela veracidade de olhos nus
e as cores vibrantes, covardes
de toda a complexidade de existir entre minimalidades
A conversão de um choro na saliva
da boca conservada na saciedade de palavras brutas
E ouvidos falhos, entre canções emaranhadas
de um tempo e seus ruídos
Não se diz o que demora
pois o imprevisível é um gomo
que explode na mão sem força
a intensidade de receber apelos em extensão calma
E do sulco a alma num toque, entre o tempo-presente
embeber a verdade d'uma saciedade silenciosa,
conivente com a entrega e o caos de receber o mundo
num pensamento em si.
...e dentro de teus olhos uma história cristalizada.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
O pulmão de uma primavera.
o gesto marcante de tuas mãos constantes sob minhas costas
era mesmo uma repetição que disse como essa impressão tão forte,
de que era justo pra desabrochar minhas asas...
domingo, 28 de novembro de 2010
Deserto em olhar.
sábado, 27 de novembro de 2010
Segue a luz (dos olhos teus)
e num fechar de olhos me faz sentir
que a escuridão de dentro é como a
da ameaça de tempestade lá fora:
chega uma hora e o contraste bate
como sol raiando no final,
mas é um condizente sinal.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Um imenso dito paixão.
que nem sempre sendo resistência
desfalece nosso mínimo detalhe,
pro maior entalhe do intocável...
Assim,
como respirar numa quadra,
e sentir o perfume do mundo . . .