''...Os livros na estante já não tem mais
tanta importância
Do muito que eu li,
do pouco que eu sei,
nada me resta.
A não ser
a vontade de te encontrar
O motivo eu já nem sei
Nem que seja só para estar
ao seu lado,
só pra ler
no seu rosto
Uma mensagem de amor...''
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Uma agoniada tristeza vai abrindo lentamente
um véu entre a transparência das gotas entre os cabelos lavados
Vai deixando um rastro, para o novo dia ter começo desde ali, num processo
- e a novidade que cai na rotina, de novo dói os olhos de saudade sem alento.
Deslizando o tempo nesse frêmito sem movimento,
eu vivo tão sozinha desse fluxo sem música que receba
a essência da vida; e repete-se o erro...
e o meu medo.
um véu entre a transparência das gotas entre os cabelos lavados
Vai deixando um rastro, para o novo dia ter começo desde ali, num processo
- e a novidade que cai na rotina, de novo dói os olhos de saudade sem alento.
Deslizando o tempo nesse frêmito sem movimento,
eu vivo tão sozinha desse fluxo sem música que receba
a essência da vida; e repete-se o erro...
e o meu medo.
que é mesmo de morrer longe de ti....
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
só chega perto e me responde que não é impossível, que a força é justo de nós!
E como dói olhar o cinza e não ver uma nuance que explique
a cor da tua pele na minha lembrança
e o vazio da presença nas minhas saudades repletas
Desaguando o tempo que já não interessa (rápido ou) lento,
desde que vá assim, ineficaz.
'' e tua ausência fazendo silêncio em todo lugar''
me grita uma confusa sensação de imensidão no impossível
porque dói o forte que lateja.
Mas as razões não são páreas em sentidos pares
quando se vê um caminho sozinho.
Meu amor,
um oceano dessa chuva não é uma gota do teu infinito
- em palavra, em bocejo, em comum respaldo do dia;
e nos meus olhos vai descendo tão pendente que descarta
a chance que esse raio de sol é presságio de luz.
Como dói viver esse vezemquando sem você,
porque o pra sempre preserva
o que nada explica.
...e dói.
a cor da tua pele na minha lembrança
e o vazio da presença nas minhas saudades repletas
Desaguando o tempo que já não interessa (rápido ou) lento,
desde que vá assim, ineficaz.
'' e tua ausência fazendo silêncio em todo lugar''
me grita uma confusa sensação de imensidão no impossível
porque dói o forte que lateja.
Mas as razões não são páreas em sentidos pares
quando se vê um caminho sozinho.
Meu amor,
um oceano dessa chuva não é uma gota do teu infinito
- em palavra, em bocejo, em comum respaldo do dia;
e nos meus olhos vai descendo tão pendente que descarta
a chance que esse raio de sol é presságio de luz.
Como dói viver esse vezemquando sem você,
porque o pra sempre preserva
o que nada explica.
...e dói.
(me ajuda ) forte choro
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Mon amour,
O cheiro da tua manhã recaindo sob meus ombros é um encantamento que não prende-me na densidade das cinzas nuvens ou confirma a agonia de uma existência efêmera e imprevisível.
É uma inspiração clara que reflete o sentido do sonho na realidade - a que se vive pra escalar os olhos e dizer sem interferir no brilho, assim - uma simples troca nossa, é meu sucessivamente.
tu me donnes la chance dans la vie...
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Do sonho em olhos despertos,
pergaminhos brancos
vão constituindo o mundo anuviado,
e claro entre os raios de luz - e sobrevivência nobre;
o meu desejo mais sutil, na carne rasgada e nua.
Só tua
''Se tudo pode acontecer
Se pode acontecer/ Qualquer coisa
Um deserto florescer/ Uma nuvem cheia não chover
Pode alguém aparecer/ E acontecer de ser você
Um cometa vir ao chão/ Um relâmpago na escuridão
E a gente caminhando
De mão dada
de qualquer maneira
Eu quero que esse momento
Dure a vida inteira
E além da vida
Ainda de manhã
No outro dia
Se for eu e você
Se assim acontecer.''
vão constituindo o mundo anuviado,
e claro entre os raios de luz - e sobrevivência nobre;
o meu desejo mais sutil, na carne rasgada e nua.
Só tua
''Se tudo pode acontecer
Se pode acontecer/ Qualquer coisa
Um deserto florescer/ Uma nuvem cheia não chover
Pode alguém aparecer/ E acontecer de ser você
Um cometa vir ao chão/ Um relâmpago na escuridão
E a gente caminhando
De mão dada
de qualquer maneira
Eu quero que esse momento
Dure a vida inteira
E além da vida
Ainda de manhã
No outro dia
Se for eu e você
Se assim acontecer.''
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Pois,
E depois do dia liricamente amanhecido,
as palavras surgiram como serpentes que chamavam,
mas na minha resposta só conduziam ruídos;
direcionando seu corpo como ponteiros
esvaindo a mancha de um sonho na marca do travesseiro dormido,
e sozinho outra vez.
"(...) Toda a noite choraste... e eu chorei
Talvez porque, ao ouvir-te, adivinhei
Que ninguém é mais triste do que nós!
Contaste tanta coisa à noite calma,
Que eu pensei que tu eras a minh'alma
Que chorasse perdida em tua voz!...''
E era só eu que morria.
Tu volta a ser uma miragem.
as palavras surgiram como serpentes que chamavam,
mas na minha resposta só conduziam ruídos;
direcionando seu corpo como ponteiros
esvaindo a mancha de um sonho na marca do travesseiro dormido,
e sozinho outra vez.
"(...) Toda a noite choraste... e eu chorei
Talvez porque, ao ouvir-te, adivinhei
Que ninguém é mais triste do que nós!
Contaste tanta coisa à noite calma,
Que eu pensei que tu eras a minh'alma
Que chorasse perdida em tua voz!...''
E era só eu que morria.
Tu volta a ser uma miragem.
♪ Other Side
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Long Road
Assim que me levantei e senti o céu nublado,
a única vontade que me surgiu, foi de Amanhecer.
E entre as nuvens, amanhecer ao lado teu.
Como um despertar longíquo
que não é apenas tocar a matéria densa,
mas condensar essas saudades lentas e
lhe amar tão forte quanto esta severa estação.
De que há tempos não se faz mais...
E nascer e morrer sem medo de ser,
eternamente.
a única vontade que me surgiu, foi de Amanhecer.
E entre as nuvens, amanhecer ao lado teu.
Como um despertar longíquo
que não é apenas tocar a matéria densa,
mas condensar essas saudades lentas e
lhe amar tão forte quanto esta severa estação.
De que há tempos não se faz mais...
E nascer e morrer sem medo de ser,
eternamente.
♪ Always on My Mind
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