''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

''It's not the same without you up here

Can't find my wheels
Your absence is what breeds this fear
Warm breath and all it steals





You can't know how it feels to be in here
All the dark horse fields, befriendin' me


Playin' ain't the same without you here
We've come to hate the golden rule
Cannot seem to make the dots connect
The morning light don't show you near


You can't know what it's like to bleed from here
The blackened world grows white, it goes nowhere


Death ain't the same without you, dear
I make the others run and hide
(...) streets seem to make it worse
All this noise inside the quiet


I can't hold on, the weight you bear
My body's broken fast, please lift me up
You can't know what it's like to be inside
The fading melodies can't beat my need


I'm not the same without you here
How can i quit to be there
Sit and stare
Stare...
Begging for a prayer.''

domingo, 6 de dezembro de 2009

IDIOTEQUE

sábado, 5 de dezembro de 2009

Fiquei com imensa vontade de dizer o quão lindo estavas
ainda que, tamanho vazio em seus olhos.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Coincidências (algo que não se explica com essa palavra)

Parece que sempre tem algo a dizer...
sempre.
Pois, se abre a boca pra sorrir ou pelo tédio,
meu deus,
como nao tem nada a dizer?

Diz sim, mudo nos lábios de pareceres passados,
ou olhos que enganam,
ou lágrimas engasgadas no cinza do céu,
ainda mais negro na terra que finca tuas vestes ao longe
- e mesmo quando perto, distante;
e eu aqui, sobressaindo a pele,
engasgando o dizer
que não é tudo o que se sente.

(e a dor foi tão insistente, nesse tempo todo, explodindo em ti
que me morre em eternidade e que explica um tanto de tudo
e sempre diferente
vai dizendo calado - vai subtraindo o silêncio nas batidas fortes
vai encurtando o rosto da sobriedade e calando os cochichos para
o atônico e pouco choro - mas explodindo!
no calor cheio das vísceras de uma cidade escondida nas vértebras frágeis
e na dor, ah, insistente porque há amor;
e o que faz sentido, se dispersa loucamente...)

porque foi?.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

- Fiz tal esforço em me falar de um inferno que não tem palavras. Agora como falarei de um amor que não tem senão aquilo que se sente, e diante da palavra ''amor'' é um objeto empoeirado?

(Clarice Lispector)

domingo, 29 de novembro de 2009

heart, hurts.


eu ri, eu chorei,
eu fui a fundo...


mas eu juro;
não quero mais brincar disso.