| ''It's not the same without you up here | |
| Can't find my wheels | |
| Your absence is what breeds this fear | |
| Warm breath and all it steals | |
| You can't know how it feels to be in here | |
| All the dark horse fields, befriendin' me | |
| Playin' ain't the same without you here | |
| We've come to hate the golden rule | |
| Cannot seem to make the dots connect | |
| The morning light don't show you near | |
| You can't know what it's like to bleed from here | |
| The blackened world grows white, it goes nowhere | |
| Death ain't the same without you, dear | |
| I make the others run and hide | |
| (...) streets seem to make it worse | |
| All this noise inside the quiet | |
| I can't hold on, the weight you bear | |
| My body's broken fast, please lift me up | |
| You can't know what it's like to be inside | |
| The fading melodies can't beat my need | |
| I'm not the same without you here | |
| How can i quit to be there | |
| Sit and stare | |
| Stare... | |
| Begging for a prayer.'' |
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
sábado, 5 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Coincidências (algo que não se explica com essa palavra)
Parece que sempre tem algo a dizer...
sempre.
Pois, se abre a boca pra sorrir ou pelo tédio,
meu deus,
como nao tem nada a dizer?
Diz sim, mudo nos lábios de pareceres passados,
ou olhos que enganam,
ou lágrimas engasgadas no cinza do céu,
ainda mais negro na terra que finca tuas vestes ao longe
- e mesmo quando perto, distante;
e eu aqui, sobressaindo a pele,
engasgando o dizer
que não é tudo o que se sente.
(e a dor foi tão insistente, nesse tempo todo, explodindo em ti
que me morre em eternidade e que explica um tanto de tudo
e sempre diferente
vai dizendo calado - vai subtraindo o silêncio nas batidas fortes
vai encurtando o rosto da sobriedade e calando os cochichos para
o atônico e pouco choro - mas explodindo!
no calor cheio das vísceras de uma cidade escondida nas vértebras frágeis
e na dor, ah, insistente porque há amor;
e o que faz sentido, se dispersa loucamente...)
porque foi?.
sempre.
Pois, se abre a boca pra sorrir ou pelo tédio,
meu deus,
como nao tem nada a dizer?
Diz sim, mudo nos lábios de pareceres passados,
ou olhos que enganam,
ou lágrimas engasgadas no cinza do céu,
ainda mais negro na terra que finca tuas vestes ao longe
- e mesmo quando perto, distante;
e eu aqui, sobressaindo a pele,
engasgando o dizer
que não é tudo o que se sente.
(e a dor foi tão insistente, nesse tempo todo, explodindo em ti
que me morre em eternidade e que explica um tanto de tudo
e sempre diferente
vai dizendo calado - vai subtraindo o silêncio nas batidas fortes
vai encurtando o rosto da sobriedade e calando os cochichos para
o atônico e pouco choro - mas explodindo!
no calor cheio das vísceras de uma cidade escondida nas vértebras frágeis
e na dor, ah, insistente porque há amor;
e o que faz sentido, se dispersa loucamente...)
porque foi?.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
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