Os batimentos amolestados pelo calor soletram o cansaço que nada permite no espaço além de imensa dor de cabeça.
Um entanto, faz a brisa confortar e dispôr o cansaço em mais caminhada, e calça planos e alça (a)braços regados com emoção que sorri e sustenta uma data especial que não se apaga na corriqueira amargura.
Cai, no travesseiro, mas não apaga impressões.
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Vitória-régia
A dor que dói lateja o quente que toca e amacia e urge o que queima e não esgota, porque abrasa. E o fim não é evidente e nem tão covarde; um consentimento cego que fecha os olhos pra sentir - não me responde, mas me foca deslocada e ensaia meus gestos em risos e milagres pequenos, nada santos pra humanidade fraca demais das suas verdades.
A minha revolta retorce o estômago e estranha o corpo, afoba minha respiração, impacienta o útero até de suas flores, desleixa.
Ah mundo injusto, me põe no eixo seja dos desgraçados, porque não há mais apuro que aguente, essa paciência que estranha se alimenta no justo instante em que se esgota e diz que não aguenta mais. E diz. !
A raiz no ar
que eu inspiro
por respirar.
A minha revolta retorce o estômago e estranha o corpo, afoba minha respiração, impacienta o útero até de suas flores, desleixa.
Ah mundo injusto, me põe no eixo seja dos desgraçados, porque não há mais apuro que aguente, essa paciência que estranha se alimenta no justo instante em que se esgota e diz que não aguenta mais. E diz. !
A raiz no ar
que eu inspiro
por respirar.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Lis(es)
O calor umedece as pálpebras pra vivificar o acorde; o toque de levantar no pensamento de um dia a mais. E os lápis aprontam a arte do dia, pão-nosso valendo a boca com palavras já ditas no silêncio de uma espera certa demais pra que eu tenha certeza de que é só ela que me leva a acreditar.
A vida não é tão-somente tempo. As flores no seu lugar sabem tão bem quanto eu,
o que não sabem, mas sentimos.
Um instante-já pra abrir o horizonte dilatando pupilas e dando um leito aos olhos emocionados e vívidos.
Vívidos pra ver que a vida é tudo mesmo que não se confunde num desperdício,
e não é uma reprise. Não pode ser quando não se quer mais medo.
Quando a entrega é a fonte mais funda e inesgotável, que põe-se fundo a cantar os pensamentos no ar que respiro, e fala incessante, incessante o que eu não posso no agora limitar a compreender.(..)
http://riot-act.blogspot.com/2009/08/vozes-do-gramofone.html
A vida não é tão-somente tempo. As flores no seu lugar sabem tão bem quanto eu,
o que não sabem, mas sentimos.
Um instante-já pra abrir o horizonte dilatando pupilas e dando um leito aos olhos emocionados e vívidos.
Vívidos pra ver que a vida é tudo mesmo que não se confunde num desperdício,
e não é uma reprise. Não pode ser quando não se quer mais medo.
Quando a entrega é a fonte mais funda e inesgotável, que põe-se fundo a cantar os pensamentos no ar que respiro, e fala incessante, incessante o que eu não posso no agora limitar a compreender.(..)
http://riot-act.blogspot.com/2009/08/vozes-do-gramofone.html
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
b-day.
domingo, 23 de agosto de 2009
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