O dia é bonito,
e eu transito entre a minha disposição de vida;
e me entrego completa...
até achar a sorte debochando-me da sua não-visita
e a saudade enrustida aproveitando o choro.
a questão é do óbvio,
ou do meu ridículo?
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Lis(es)
O calor umedece as pálpebras pra vivificar o acorde; o toque de levantar no pensamento de um dia a mais. E os lápis aprontam a arte do dia, pão-nosso valendo a boca com palavras já ditas no silêncio de uma espera certa demais pra que eu tenha certeza de que é só ela que me leva a acreditar.
A vida não é tão-somente tempo. As flores no seu lugar sabem tão bem quanto eu,
o que não sabem, mas sentimos.
Um instante-já pra abrir o horizonte dilatando pupilas e dando um leito aos olhos emocionados e vívidos.
Vívidos pra ver que a vida é tudo mesmo que não se confunde num desperdício,
e não é uma reprise. Não pode ser quando não se quer mais medo.
Quando a entrega é a fonte mais funda e inesgotável, que põe-se fundo a cantar os pensamentos no ar que respiro, e fala incessante, incessante o que eu não posso no agora limitar a compreender.(..)
http://riot-act.blogspot.com/2009/08/vozes-do-gramofone.html
A vida não é tão-somente tempo. As flores no seu lugar sabem tão bem quanto eu,
o que não sabem, mas sentimos.
Um instante-já pra abrir o horizonte dilatando pupilas e dando um leito aos olhos emocionados e vívidos.
Vívidos pra ver que a vida é tudo mesmo que não se confunde num desperdício,
e não é uma reprise. Não pode ser quando não se quer mais medo.
Quando a entrega é a fonte mais funda e inesgotável, que põe-se fundo a cantar os pensamentos no ar que respiro, e fala incessante, incessante o que eu não posso no agora limitar a compreender.(..)
http://riot-act.blogspot.com/2009/08/vozes-do-gramofone.html
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
b-day.
domingo, 23 de agosto de 2009
sábado, 22 de agosto de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
retorno.
as cortinas esvoaçam forte e eu olho a estrada me convidando com esse vento forte e fresco.com os cabelos que desnudam meu pescoço e oferecem a sedução a ser abocanhada ''protège moi de mes désirs''eu só queria ir pro outro lado que vou (daqui a pouco)eu só queria encontrar o corpo que vai fazer valer a pena o meu próximo instanteporque a justificativa da matéria é o tempo que vai dizer claro o que é a angústia dessa vidaem querer uma leveza e lutar por elae sentir por elae voar e correre ir lá, na estrada,ao vento,rasgar as cortinas e desnudar o espaçoe desnudara veia no meu pescoço saltando ''protège-moi''os lábios sedentosos olhos maquiados borradoscansados e pedintespedindo pelo que estão tão dispostos e nus e vivos... por... por, então.
há de ser eterno,
há de ser eterno,
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Grandeza
As estrelas são estilhaços da luz sem fim do universo
e nos meus olhos o brilho do finito condensando o tempo
bonito nas suas condições, o coração quente e perplexo.
(por todo o efêmero, o ilimitado juntando fragmentos)
...que não se desista da vitalidade por
pouco reconhecimento;
o valor é a vértebra do realismo.
e nos meus olhos o brilho do finito condensando o tempo
bonito nas suas condições, o coração quente e perplexo.
(por todo o efêmero, o ilimitado juntando fragmentos)
...que não se desista da vitalidade por
pouco reconhecimento;
o valor é a vértebra do realismo.
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