mais um suspiro que se esvai no tempo se consumindo, nos (a)braços um presságio tímido de o que queima não acaba depois que apaga persiste nem que seja, a abrasar.
couer brulée
domingo, 23 de agosto de 2009
o cinza do céu se esconde no teu dorso.
sábado, 22 de agosto de 2009
o céu se espalha e se mistura com o cinza rapidamente e domina sem força a inconstância pra de repente derreter o tempo e não temer pela tarde pouca ou noite muita para ser feliz para ser tão mais que transcenda e não se explique...
as cortinas esvoaçam forte e eu olho a estrada me convidando com esse vento forte e fresco.com os cabelos que desnudam meu pescoço e oferecem a sedução a ser abocanhada ''protège moi de mes désirs''eu só queria ir pro outro lado que vou (daqui a pouco)eu só queria encontrar o corpo que vai fazer valer a pena o meu próximo instanteporque a justificativa da matéria é o tempo que vai dizer claro o que é a angústia dessa vidaem querer uma leveza e lutar por elae sentir por elae voar e correre ir lá, na estrada,ao vento,rasgar as cortinas e desnudar o espaçoe desnudara veia no meu pescoço saltando ''protège-moi''os lábios sedentosos olhos maquiados borradoscansados e pedintespedindo pelo que estão tão dispostos e nus e vivos... por... por, então.
As estrelas são estilhaços da luz sem fim do universo e nos meus olhos o brilho do finito condensando o tempo bonito nas suas condições, o coração quente e perplexo.
(por todo o efêmero, o ilimitado juntando fragmentos)
...que não se desista da vitalidade por pouco reconhecimento; o valor é a vértebra do realismo.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
eu não consigo simplesmente respirar e perceber. eu sinto. ;
terça-feira, 18 de agosto de 2009
As vontades partem minha disposição à calma de deixar acontecer, comunicar a vida a respirar. Caixa toráxica avolumando agonia, e eu apática, não vale mais. E muda. Com palavras e diferente. No igual minha identidade fixa. não. não.