''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Dia para os dias

Slow-motion para o corpo dopado
da mente que não deixa de existir
E a fala lenta não recorre ao
coração vivo e rápido demais.

Eu me arrependo de apertar o relógio entre minhas mãos,
e sentir o que escorre somente na chuva
Os olhos cansados se inundam sem razão óbvia para o cotidiano
Mas a raiz da vida é funda como a obrigação de persistir
porque
Nessa vida cansada, uma esperança
se parte no sonho, num' arte.

dias e dias e dias e dias e dias e dias...

domingo, 26 de julho de 2009

tu te lembras?

Ouvi tanto silêncio nessa solidão
que nessas palavras eu vou tentar disfarçar a tua falta.

é uma verdade tão estúpida
que eu vejo refletida nos vidros que me distraem a estrada
sem mudar o caminho

o coração não erra as linhas
veias fundas e latentes
aguam os olhos e expressam
lentos a fraqueza de uma força bruta
que recorre ao próprio corpo frágil
Sentindo num abraço um
suspiro

sozinho; percorrendo o meu ar,...
Eu vou te respirando
na vaguidão da noite e minhas lembranças

eu ainda sou viva.

sábado, 25 de julho de 2009

insuportável
inevitável
imprencidível

inacreditável
in menso
i merso
não meço

só sou
sem saber

será você?
cadê você??

procurei em vão
a noite toda
varando
nos galhos da memória muda
que me desfrutou
da essência
e do vital
transtornou
o real.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Das coisas mágicas e reais

Eu paro no centro de tudo...

como estou perdida.

(até demais)

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Xixi nas estrelas

Chuva, cansaço, sopa (da mari!), desenhos, sorriso ocupado.
tudo
tão misturado
deglute ; tempo
desmancha
e devolve

e adiante...
...
..
.


pois é

quarta-feira, 22 de julho de 2009

"...eunãoseinãoseieunãosei
se isso é você...
..."









.

terça-feira, 21 de julho de 2009

o infinito se estendendo em horas, não entendendo

Eu quero fugir do crepúsculo.

Tenho tanto medo...

Eu moldo o mistério o tempo todo,
e as minhas descobertas são de uma grandeza
que não se compreende, e já não há mais tuas mãos para lixares minhas farpas
e pôr aspas sob as palavras de imensidão...

Há um profundo abismo,
escuro como a noite que tem de cair sobre mim

Tem esse tempo
tem esse medo...

não tenho como fugir.