Eu paro no centro de tudo...
como estou perdida.
(até demais)
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
sexta-feira, 24 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Xixi nas estrelas
Chuva, cansaço, sopa (da mari!), desenhos, sorriso ocupado.
tudo
tão misturado
deglute ; tempo
desmancha
e devolve
e adiante...
...
..
.
pois é
tudo
tão misturado
deglute ; tempo
desmancha
e devolve
e adiante...
...
..
.
pois é
terça-feira, 21 de julho de 2009
o infinito se estendendo em horas, não entendendo
Eu quero fugir do crepúsculo.
Tenho tanto medo...
Eu moldo o mistério o tempo todo,
e as minhas descobertas são de uma grandeza
que não se compreende, e já não há mais tuas mãos para lixares minhas farpas
e pôr aspas sob as palavras de imensidão...
Há um profundo abismo,
escuro como a noite que tem de cair sobre mim
Tem esse tempo
tem esse medo...
não tenho como fugir.
Tenho tanto medo...
Eu moldo o mistério o tempo todo,
e as minhas descobertas são de uma grandeza
que não se compreende, e já não há mais tuas mãos para lixares minhas farpas
e pôr aspas sob as palavras de imensidão...
Há um profundo abismo,
escuro como a noite que tem de cair sobre mim
Tem esse tempo
tem esse medo...
não tenho como fugir.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Não saber. simplesmente.
Eu não sei como nossos laços se perderam,
eu não faço ideia,
porque está tudo evolado perfeitamente aqui dentro.
No entanto a corda que nos liga, não dissipou os nós,
não desatou nada.
E eu não sei se é por corrosão ou ligamento puro
não desatou-Nós.
o quê mais eu posso pensar?
O céu encheu-se de estrelas de novo,
e mais uma vez não foi a minha que brilhou.
Meus olhos se curvam todos os dias e
eu estou cansada;
eu não sei mais como...
eu juro
não sei mais.
eu não faço ideia,
porque está tudo evolado perfeitamente aqui dentro.
No entanto a corda que nos liga, não dissipou os nós,
não desatou nada.
E eu não sei se é por corrosão ou ligamento puro
não desatou-Nós.
o quê mais eu posso pensar?
O céu encheu-se de estrelas de novo,
e mais uma vez não foi a minha que brilhou.
Meus olhos se curvam todos os dias e
eu estou cansada;
eu não sei mais como...
eu juro
não sei mais.
domingo, 19 de julho de 2009
sábado, 18 de julho de 2009
prossigo
e exercito meu cio,
num vale infértil.
campos verdes pra órbitas de olhos,
flor no peito,
lis corrente,
uma lágrima e uma espera sem sorriso;
vaguidão tão falsa que nem se compõe em propostas decentes.
Eu vejo mas não tenho vontade de enxergar.
Me chama de flor e me leva nas tuas mãos... leva?!
Vai tempo... NÃO DEMORA!
num vale infértil.
campos verdes pra órbitas de olhos,
flor no peito,
lis corrente,
uma lágrima e uma espera sem sorriso;
vaguidão tão falsa que nem se compõe em propostas decentes.
Eu vejo mas não tenho vontade de enxergar.
Me chama de flor e me leva nas tuas mãos... leva?!
Vai tempo... NÃO DEMORA!
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