''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Faltando desde cedo, desde sempre

Lembro-me perfeitamente de tu esgueirando-te em imenso carinho pelo meu peito,
pedindo simplesmente que deixasse-lhe morar ali dentro, e pra sempre.
Feito. (impossível negar-lhe origem)

Agora eu, desejo seu peito como abrigo, necessito do lugar que deixastes oco assim que não fostes de mim,
mas partistes sem deixar vestígio de volta...
É o mesmo lugar que me abrigo pra sempre,
em imenso carinho e cuidado, que o mundo não responde - e nem atinge
E acima de todas as coisas, é a minha vitalidade única de ainda sobrar certeza
que há como estar ''tudo bem''.

(Não me negues a vida)
08:59h

terça-feira, 14 de julho de 2009

Da dor criando escudo forte

Saudades imensas vêm fundindo esse peito, pra matar e morrer
Vou até o sol e dissipo o frio com a vontade de enlaçar -
são para meus olhos o horizonte como abarcamento verdadeiro
e em mistério a esperança que se renove a teus braços e me estenda,
assim que entenda que em Nós é o melhor lugar.

Vou falando de versos pra não deixar a boca tremular o choro
que não acalenta nenhum sinal sequer
de que é próspera a mudança
E assim só tenho uma certeza:
posto que nada sei, muito irei sentir...
e de tudo.

Dói me utilizar disso como força... dói.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Pena

Um dia tão bonito para um cenário tão cru.

Céu que se mostra dissipando a grandeza que nada condena-nos a sentir,
mas escolhidos pelo sensível é vontade de voar entre eles,
mas cuidar de asas imaginárias é tirar os grilhões do pensamento;
de jaula em jaula - aumentando o espaço pra se sentir menos atado.

A beleza é um regojizo cruel quando se pensa que até os espelhos quebram...
Sem dúvidas há valores tão mais tocantes que o ego, mas eu falo de considerações
para com amor latente - eu tenho tentado disfarçar,
mas eu sei que é este que me move;
eu não posso falhar no mecanismo da minha vitalidade.

De novo a ''beleza profunda da vida'', me ataca com nobreza magistral:
me defende do curso da vida que não me aliena simplesmente,
mas na sua diferença me faz sentir perdida, em partes.

Desfragmentando essa data,
sinto nada novo do que já venho,
sou presa novamente sentindo o vento me bagunçar o trajeto
e o cenário lindo, entre eu, um belo objeto que se cura de lembrança com o tempo.

Ou não,
nada por nunca,
pra sempre!

domingo, 12 de julho de 2009

Vive como deixa passar

A manhã passou espreguiçada entre o sonho ruim e confuso pra se desvanecer da madrugada estranha,
e no seu repouso tentar a continuar-se ser diferente, a trazer o acalmar do tempo que continuou (e assim será) além da minha pretensão. Diante meu trabalho mediante minha vida, a dor do que acredito, é a concepção da ''beleza profunda da vida'', entre Clarice e eu, pontuamentos da escuridão na tarde caindo...

Na sua fidelidade o tempo me desenha, usando minhas mãos, consumindo...
matando a fome, jogando sorrisos, ouvindo lembranças e transgressões:
assim existe amistosas companhias e os ventos brandando segundos seguintes
para o futuro dizer a noite seu fim, trazer essa madrugada
A contemplar-me diante de mim: na poesia os beijos cálidos que não dei porque a tua falta real,
só deixou meus dedos congelantes e duros te descrever frágil;
a estrela bonita que memorizou a lindeza desta noite.
É verdade que respiro

A paixão que me aquece, e me faz sorrir do meu mais belo,
dor guardada também - o tudo em sua hora: vive de fragmentos, também.

Das horas e sua dor apontada

Acho mesmo que você não sai nunca daqui de dentro.

sábado, 11 de julho de 2009

let's!...

sexta-feira, 10 de julho de 2009

à doer...

ao cansaço que desde o começo parece não ter fim.

a chuva ajuda a disfarçar a lágrima
tã(o)mbém(...) é grave.