Essa calma é de uma anestesia que me faz doer lá no fundo, apenas.
Algo imaterial, mas que me consolida por inteiro.
Não se faz explicar, mas não é agora que vou entender.
Cai como a chuva, um rastro de saudade;
vai a terra e seu tempo, juntos, secarem
- recicla a vida, também.
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
terça-feira, 7 de julho de 2009
segunda-feira, 6 de julho de 2009
é pra ti que eu falo todos os dias...
Ah, como tu faz falta na minha vida.
E como a vida falta sem você.
Essa garoa fina me faz chorar sem perceber
e encontrei pessoas, e estavam tão tristes...
será o mal do mundo essa ânsia, essa falta?
para todo mal, há cura. e eu sei que estás em algum lugar me ouvindo,
sim, me ouvindo; dizem que o que é do coração não passa desapercebido
Tão menos quando aqui é pulsação visível, contorna meus cabelos, os pulsos,
os cadarços... um descom/passo.
Em qualquer momento o vento há de te tocar imenso, como tudo isso.
Ouvi um comentário que me soou engraçado, sorri.
Contei pra mim mesma
e ri de novo,
como se fosse você, porque sei que você,
só você, riria comigo.
É bonito.
O vermelho hoje é bonito,
porque é o que resta aqui de dentro, junto contigo.
Meus inseparáveis.
TPeO aRmRoA!
e minha cabeça dói.
E como a vida falta sem você.
Essa garoa fina me faz chorar sem perceber
e encontrei pessoas, e estavam tão tristes...
será o mal do mundo essa ânsia, essa falta?
para todo mal, há cura. e eu sei que estás em algum lugar me ouvindo,
sim, me ouvindo; dizem que o que é do coração não passa desapercebido
Tão menos quando aqui é pulsação visível, contorna meus cabelos, os pulsos,
os cadarços... um descom/passo.
Em qualquer momento o vento há de te tocar imenso, como tudo isso.
Ouvi um comentário que me soou engraçado, sorri.
Contei pra mim mesma
e ri de novo,
como se fosse você, porque sei que você,
só você, riria comigo.
É bonito.
O vermelho hoje é bonito,
porque é o que resta aqui de dentro, junto contigo.
Meus inseparáveis.
TPeO aRmRoA!
e minha cabeça dói.
domingo, 5 de julho de 2009
Abatimento
Do corpo,
da alma,
dos maus sentimentos nas horas que acompanham felicidades instantâneas,
mas eternas por bons amigos - e eu agradeço
Só não entendo porque assim que escurece e a noite fica fria volta a solidão
a abater também a ousadia de pensar que mudaria assim, tão facilmente.
E porque eu sonhei que você voltaria?
Tá doendo muito.
E és ainda todo, meu amor.
da alma,
dos maus sentimentos nas horas que acompanham felicidades instantâneas,
mas eternas por bons amigos - e eu agradeço
Só não entendo porque assim que escurece e a noite fica fria volta a solidão
a abater também a ousadia de pensar que mudaria assim, tão facilmente.
E porque eu sonhei que você voltaria?
Tá doendo muito.
E és ainda todo, meu amor.
sábado, 4 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Constipação
A invalidez do corpo não perdoa, não deixa nem o dia lindo manifestar qualquer espacinho de esperança aqui dentro
Tosse úmida a vontade de dizer, e quando chora dói tanto,
que acabo dormindo no espaço demasiado.
E as horas passaram e eu fiquei ali, vagando entre o sono e o semi-sono,
os sonhos e as alucinações do que poderia ter acontecido
Mas entendi, o sofá não me daria tanto espaço a chegar perto de ti,
e nem passos meus para atenderem o telefone e ouvirem a tua voz,
nada tão perto de mim, uma voz pra soprar o coração.
Levantei perto das seis da tarde, neste estado de consumação lenta
o corpo demora a reconhecer e titubeia em realizar,
mas, fiz esfihas. E elas ficarão ali, na forma; bonitas e quentinhas.
Uma bela forma de mostrar que ainda estou viva,
mas viver nem sempre vale a pena.
Essa parte calma, quase fria, que me orienta é o efeito de um desgosto que nem o corpo aguenta mais representar
É infeliz essa existência, entre um corpo estirado, os lábios muito pálidos e secos
querendo dizer o que ninguém vai querer ouvir falar.
E é ninguém mesmo, o silêncio acalenta o nó da solidão;
e sem dor, uma nuvem vem me abater deixando alterada a condição de sofrer
ao eu me adaptar pela milésima vez à tua lembrança, a minha vontade, e não estás.
É, eu perdi, mais um dia.
Um dia perdido é pouco,
mas como,
eu perdi.
E pedi.
...
Tosse úmida a vontade de dizer, e quando chora dói tanto,
que acabo dormindo no espaço demasiado.
E as horas passaram e eu fiquei ali, vagando entre o sono e o semi-sono,
os sonhos e as alucinações do que poderia ter acontecido
Mas entendi, o sofá não me daria tanto espaço a chegar perto de ti,
e nem passos meus para atenderem o telefone e ouvirem a tua voz,
nada tão perto de mim, uma voz pra soprar o coração.
Levantei perto das seis da tarde, neste estado de consumação lenta
o corpo demora a reconhecer e titubeia em realizar,
mas, fiz esfihas. E elas ficarão ali, na forma; bonitas e quentinhas.
Uma bela forma de mostrar que ainda estou viva,
mas viver nem sempre vale a pena.
Essa parte calma, quase fria, que me orienta é o efeito de um desgosto que nem o corpo aguenta mais representar
É infeliz essa existência, entre um corpo estirado, os lábios muito pálidos e secos
querendo dizer o que ninguém vai querer ouvir falar.
E é ninguém mesmo, o silêncio acalenta o nó da solidão;
e sem dor, uma nuvem vem me abater deixando alterada a condição de sofrer
ao eu me adaptar pela milésima vez à tua lembrança, a minha vontade, e não estás.
É, eu perdi, mais um dia.
Um dia perdido é pouco,
mas como,
eu perdi.
E pedi.
...
quinta-feira, 2 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
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