Meu coração persofinicado, é confusão de paixão,
bem no centro,
o olho de um furacão. Te fitando
- e sopros de dor saem de mim ...
então, correntes do tempo frio.
''...And I hear him every night
In every pore
And every time he just makes me warm
(...)
And I hear him every night
On every street
The scales that do slither
Deliver me from…''
''Todas as horas ferem, até que a última põe um fim...''
quarta-feira, 24 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
Do coração insuportavelmente explícito
Meia dúzia de pessoas valem a pena nessa vida, de fato.
E de todas elas, no menor tempo que eu viva por entre, tu aparece.
Inexplicavelmente.
E de todas elas, no menor tempo que eu viva por entre, tu aparece.
Inexplicavelmente.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
''...I just never took the time...''
Nem preciso dizer que o controle não está em minhas mãos;
a previsão dos sentidos nunca passou por qualquer razão que não arrepiasse o tato
e falasse pra pele sobre arrepios.
Aprendí metáforas cedo demais, antes mesmo de entender palavras para configurar sensações
e a significância dos objetos nunca passou de uma exótica previsão de coincidências
e pesares que fizessem entender o tempo, nunca além do seu ''mais que de repente''
E tão de repente, que tudo o que me indica este tempo
não te afasta de um sinal, desse horizonte refletindo sua pele
e construindo nas minhas visões, o pousar nos teus olhos.
Eu sei, eu imagino demais e isso me dói.
Dói enquanto recrio dores pelo passado,
enquanto fantasio mudanças para um depois que talvez nunca ocorrerá;
mas, porque não fazer de meu hoje um presente de transformação
e transgredir o que se chama de dor, de tempo, de impossibilidade
para abrir portas e te sentir entrar esta casa muito além de estandartes físicos,
mas transformações de uma realidade que não nos prenda nesse tudo-o-mais?
eu estou sentindo e criando, recriando... o que não acabará nestas palavras.
te amo.
a previsão dos sentidos nunca passou por qualquer razão que não arrepiasse o tato
e falasse pra pele sobre arrepios.
Aprendí metáforas cedo demais, antes mesmo de entender palavras para configurar sensações
e a significância dos objetos nunca passou de uma exótica previsão de coincidências
e pesares que fizessem entender o tempo, nunca além do seu ''mais que de repente''
E tão de repente, que tudo o que me indica este tempo
não te afasta de um sinal, desse horizonte refletindo sua pele
e construindo nas minhas visões, o pousar nos teus olhos.
Eu sei, eu imagino demais e isso me dói.
Dói enquanto recrio dores pelo passado,
enquanto fantasio mudanças para um depois que talvez nunca ocorrerá;
mas, porque não fazer de meu hoje um presente de transformação
e transgredir o que se chama de dor, de tempo, de impossibilidade
para abrir portas e te sentir entrar esta casa muito além de estandartes físicos,
mas transformações de uma realidade que não nos prenda nesse tudo-o-mais?
eu estou sentindo e criando, recriando... o que não acabará nestas palavras.
te amo.
sábado, 20 de junho de 2009
breathing
Entre o sim e o não,
um espaço para o tempo prosseguir meu pensamento, transmuta que a calma para uma lógica reagir precisa, não influi num coração.
E entre tempo e outro, e calma e desespero, é instante, é pensamento
e é distante a camada lúcida que faça entender que tua falta é o espaço
desse resto que venho vivendo; e há como e há você, e há... há.
eu juro, eu não entendo.
um espaço para o tempo prosseguir meu pensamento, transmuta que a calma para uma lógica reagir precisa, não influi num coração.
E entre tempo e outro, e calma e desespero, é instante, é pensamento
e é distante a camada lúcida que faça entender que tua falta é o espaço
desse resto que venho vivendo; e há como e há você, e há... há.
eu juro, eu não entendo.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Miolo
Uma conversa com você hoje,
faria trivial esse dia todo que me soou comum, na praticidade e criação
que eu aprendi a viver contigo - e da melhor sensação de fazer.
E fiz tortinhas de banana, tão bonitinhas...
bem pra você, que nem de saber haverá.
Mas é assim, pra não morrer de amor eu mato a fome
alimentando cada vez mais essa vontade de saciar
com a doçura que de ti tem me faltado.
''...And people everywhere think, something better than I am / BUT, I MISS YOU. I miss...''
Tende ainda a ter algo de melhor.
faria trivial esse dia todo que me soou comum, na praticidade e criação
que eu aprendi a viver contigo - e da melhor sensação de fazer.
E fiz tortinhas de banana, tão bonitinhas...
bem pra você, que nem de saber haverá.
Mas é assim, pra não morrer de amor eu mato a fome
alimentando cada vez mais essa vontade de saciar
com a doçura que de ti tem me faltado.
''...And people everywhere think, something better than I am / BUT, I MISS YOU. I miss...''
Tende ainda a ter algo de melhor.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Power fullempty
Meus pensamentos são minha redoma e minha vitrine ao mundo.
E eu penso em tanta coisa que já nem sei discernir o limiar de um pra outro...
Tu me cortas o pescoço e eu uso a linha de nosso tempo como
meu colar, e de cada brilho que vi nos teus olhos, uma pérola...
Limpo e confuso tudo aqui, daqui, de dentro, pra fora,
de tudo, lá, de fora, pra cá, aqui...
É, está, virá... fios para escrever e tecer a teia, de cada dia, mais emaranhar.
Hoje eu aprendí a falar: Ne me quitte pas.
(E dentro de um coração azul)
E eu penso em tanta coisa que já nem sei discernir o limiar de um pra outro...
Tu me cortas o pescoço e eu uso a linha de nosso tempo como
meu colar, e de cada brilho que vi nos teus olhos, uma pérola...
Limpo e confuso tudo aqui, daqui, de dentro, pra fora,
de tudo, lá, de fora, pra cá, aqui...
É, está, virá... fios para escrever e tecer a teia, de cada dia, mais emaranhar.
Hoje eu aprendí a falar: Ne me quitte pas.
(E dentro de um coração azul)
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